terça-feira, 31 de maio de 2011

O que a Bíblia diz sobre morar junto antes de casar?



A bíblia declara sobre “uma só carne” conforme escrito em Gênesis 2 21-24 deve deixar geograficamente, unir ou seja oficializar e depois tornando os dois uma só carne.

Pesquisadores da Universidade de Denver, nos Estados Unidos. Concluíram que casais que moram juntos antes do casamento apresentam maior risco de se divorciar que aqueles que esperam até a cerimônia – ou pelo menos até ficar noivos.

Os pesquisadores estudaram ainda as razões pelas quais os casais decidem dividir o mesmo teto. De acordo com o estudo, a maioria se incomoda com namoros longos e teme a monotonia. A segunda razão alegada é a conveniência, inclusive financeira (na hora de dividir o aluguel). Em terceiro lugar foi citada a intenção de testar se a relação resiste a um tempo maior de convivência.

Quando homem e mulher passam a morar juntos para “ver se vai dar certo”, a possibilidade de fracasso no relacionamento é bem maior do que aqueles que casam já com a intenção de construir um relacionamento duradouro. 

Por esse motivo é que a Bíblia diz que “serão uma carne”, homem e mulher, a partir do inicio do casamento; dando estabilidade ao relacionamento e segurança aos cônjuges.

sábado, 28 de maio de 2011

Jesus e o valor das pessoas


Antes de Jesus vir, certos grupos humanos nada valiam, nada representavam. Não passavam de meras peças de máquina, escravos dos outros, meios para certos fins. Não eram considerados como pessoas, cujos direitos deviam ser respeitados. Este era, e ainda é, um dos magnos problemas da civilização.

Henrique C. King diz, com muita razão: "-Respeito e reverência à pessoa humana é o princípio capital da ética e da religião; constitui isso a melhor e a verdadeira pedra de toque do indivíduo como da civilização; tem sido, mesmo inconscientemente, o princípio diretor e determinador de todo o progresso humano; sem sua interpretação religiosa repousa a única promessa que dá significado e valor à vida."

Nos dias de Jesus, os escribas, os fariseus e os saduceus tratavam com desprezo os publicanos e os pecadores, e se consideravam tão bons e justos que não podiam suportar a presença deles, chegando mesmo a censurar a Jesus por andar na companhia deles. Os gentios eram tidos pelos judeus como estranhos e pagãos, indignos das bênçãos divinas e fora do alcance das atividades missionárias.

Jonas não foi o único a repudiar a idéia da conversão e salvação doutros povos, não. Os judeus não queriam nem conversa com os samaritanos! As mulheres virtualmente eram escravas dos homens, e de contínuo tinham que andar de rosto coberto e guardar silêncio em público, e costumava-se em certas nações dar filhas em casamento sem o consentimento delas. Os filhos quase não tinham direitos nenhuns, e as crianças fra¬cas no físico, notadamente do sexo feminino, cm certas regiões eram abandonadas no campo ou em desertos, para serem devoradas por feras. Certos grupos sociais eram tidos como gente inferior, e o negro então, como ainda em muitos lugares hoje, era considerado bem apenas "para derrubar árvores e baldear água".

Os ensinos do Mestre, porém, contribuíram imenso para modificar esse estado de coisas e essas atitudes erradas. "Jesus reconheceu e enfatizou o valor do homem, como nenhum outro mestre havia feito." Recusou condenar a mulher apanhada em adultério, e ensinou uma de suas maiores lições à decaída com quem se encontrou junto ao poço de Jacó. 

Ele inculcou a verdadeira fraternidade, quando pintou o quadro do samaritano acudindo e socorrendo a um judeu roubado e semi-morto à beira da estrada. Seus ensinos colocaram a mulher no mesmo nível do homem e desencadearam aquelas influências que resultaram no direito de voto e de cargos públicos às mulheres, bem como no direito de participarem de atividades eclesiásticas e denominacionais. Jesus colocou a criança no meio deles como exemplo de humildade, censurou os que impediam que lhe trouxessem crianças, frisou o horror de se pôr pedras de tropeço no caminho delas, e deu asas às influências que as coloca¬ram no centro de toda a obra educacional.

O ensino de Jesus levou o mundo a ver que Deus não faz acepção de pessoas, que "vermelhos e amarelos, pretos e brancos, todos são muito preciosos a seus olhos", e que a ninguém assiste o direito de possuir ou escravizar a outrem.

A Parábola do Filho Pródigo mostra-nos o interesse e o cuidado que Deus tem para com todas as pessoas. Os ensinos de Jesus nos induzem a reverenciar a pessoa humana, virtude que é basilar em todas as relações justas e retas de homem para homem.

Em primeiro lugar estão pessoas, e não coisas.

Fonte:A Pedagogia de Jesus por J.M. Price

Calendário Juliano, Calendário Gregoriano e Ano Bissexto






Segundo o célebre cientista, "espaço e tempo são modos pelos quais o homem pensa o mundo, e não condições sob as quais ele vive". Nesse sentido, formas e fórmulas para contar o tempo são também invenções humanas, que variaram geográfica e historicamente.

Civilizações tão distantes no tempo e no espaço como a egípcia e a asteca, por exemplo, tinham naturalmente calendários diferentes, embora baseados no movimento do Sol, da Lua, nas estações do ano, na alternância entre os dias e as noites. Entre os muitos modos que as várias civilizações empregaram para contar o tempo, destaca-se o que hoje é oficial na maioria dos países do mundo.
Nosso calendário é essencialmente uma invenção dos antigos romanos. O historiador latino Tito Lívio (c. 59 a.C.-17 d.C.) atribui ao segundo rei de Roma, Numa Pompílio (715-672 a.C), sucessor de Rômulo, aquele que foi amamentado por uma loba, a criação de um calendário com a duração de 12 meses, que podiam variar entre 31 e 29 dias.

Mercedonius: um mês extra

Na "folhinha" de Numa, o ano consistia de 355 dias, dez a menos que o ano solar (cuja duração coincide com a translação da Terra em torno do Sol). Para compensar a diferença, a cada dois anos se adicionava um mês extraordinário, o Mercedonius, de 22 ou 23 dias. O primeiro mês do ano era Martius (março), dedicado a Marte, o deus da guerra.
Seguia-se Aprilis (abril), dedicado a Vênus. O nome, porém, deriva do verbo latino aprire, abrir, e o que se abria, no caso, era a natureza, pois este mês marca o início da primavera no hemisfério norte. Depois, vinham Maius (maio) e Junius (junho), oferecidos respectivamente às deusas Maia e Juno.
Os meses subseqüentes recebiam o nome de Quintilis e Sextilis, pois eram o quinto e o sexto mês, mas tiveram seus nomes mudados para homenagear os imperadores Júlio César (100-44 a.C.) e Augusto (63 a.C.-14 d.C.). Daí vêm Julius (julho) e Augustus (agosto).
Os meses seguintes voltavam a ser contados de modo numérico, do sétimo ao décimo: September (setembro), October (outubro), November (novembro) e December (dezembro). Só então vinham Januarius (janeiro), dedicado ao deus Janus, e Februarius (fevereiro), que se origina de Februa, uma festividade romana.

Erros de cálculo
Os sacerdotes eram os responsáveis pela administração do calendário na Roma republicana (509-31 a.C.), mas o faziam sem muito zelo, de modo que os erros - intencionais ou involuntários - não tardaram a gerar uma defasagem em relação ao ano solar, que girou em média cerca de três meses, relativamente à passagem das estações. Os meses de inverno passaram a avançar sobre a primavera e assim por diante, até que Júlio César resolveu pôr ordem nas coisas, em 46 a.C.
Ao invadir o Egito, César chamou o astrônomo Sosígenes de Alexandria - personagem histórico sobre o qual há pouquíssimas referências -, e encomendou-lhe a criação de um calendário mais funcional. Queria organizar o tempo para que a história de suas conquistas fosse devidamente registrada e também para estabelecer um calendário civil coincidente com o solar.
O ano foi dividido em 365 dias e as seis horas da translação que não entravam nas contas foram reunidas em um dia a ser acrescentado ao mês de fevereiro de quatro em quatro anos (6h X 4 = 24h).
Esses anos passaram a ser chamados de bissextos (bisextiles), pois considerava-se que o dia 24 ou 25 de fevereiro acontecia duas vezes (isto é, tinha um bis) e tratava-se do sexto dia anterior à calenda de março. "Calenda" era o nome do primeiro dia de cada mês latino. E é dessa palavra, claro, que se origina o termo calendário.

O calendário juliano e o ano da confusão
O calendário dito juliano entrou em vigor em 46 a.C. mesmo. Porém, para se acertarem as contas desde a lendária fundação de Roma, em 753 a.C., aquele ano precisou ser totalmente atípico, contando com 432 dias. Com isso, o novo mês de janeiro teria se sobreposto ao mês de março na contagem anterior, mudando a ordem dos meses para a atual.
Confuso? Pois saiba que o ano de 46 a.C. entrou para a história como "o ano da confusão". Para piorar, algumas das regras estabelecidas por Sosígenes foram mal interpretadas e o imperador Augusto foi forçado a proceder correções em 8 a.C. - aproveitando para dedicar um mês em sua homenagem. Embora se intercalassem os meses de 30 e 31 dias, agosto ficou igual a julho, para não haver diferenças entre os imperadores homenageados.
De qualquer modo, somente cerca de 1,6 mil anos depois uma nova reforma do calendário foi necessária para, mais uma vez, fazer coincidir o ano civil com o ano solar. O ajuste foi formulado por uma comissão de estudiosos, a mando do papa Gregório 13 (1502-1585), de onde o nome de calendário gregoriano.
As novidades desse calendário são:

1) que os anos divisíveis por 100 não são bissextos; um século dura 36.542 dias, de modo que a duração média dos anos quase corresponde à translação da Terra;

2) os anos divisíveis por 400, como 1600 e 2000, são bissextos, de modo que os anos se estendem geralmente por 365 dias, 5h, 49 minutos e 12 segundos, um tempo quase idêntico ao do ano solar (365 dias, 5h, 48m, 46s).

Calendário gregoriano
O calendário gregoriano só precisa de uma alteração para se ajustar ao ano solar a cada 3 mil anos. Foi adotado a 15 de outubro de 1582 em todos os países católicos. Os protestantes demoraram um pouco mais a aderir, uma vez que não aceitavam a interferência do papa.
A Inglaterra, por exemplo, só passou a segui-lo a partir de 1752. Da mesma maneira, nos países onde vigora o cristianismo ortodoxo, como a Rússia, o calendário juliano continuou a valer até as primeiras décadas do século 20.

É interessante lembrar que a Revolução Francesa criou um novo calendário que vigorou na França entre 1792 e 1805, quando o gregoriano voltou a ser adotado. Também não se deve esquecer que os calendários religiosos judaico e islâmico diferem essencialmente do gregoriano por não tomarem o nascimento de Cristo como referência para a contagem do tempo.

Hoje em dia, porém, o calendário gregoriano é convencionalmente adotado para demarcar o ano civil no mundo inteiro. Essa unificação decorre da praticidade, bem como do fato de a Europa ter, historicamente, exportado seus padrões para o resto do globo.

terça-feira, 24 de maio de 2011

A ressurreição de Cristo

 
Por: Jefferson Peixoto

Texto – Base 1 Coríntios 15 :12-52 e Mateus 28:6

A ressurreição de Cristo é o fundamento perfeito da pregação do evangelho. Pois sem a sua ressurreição nossa pregação seria vã. Sendo o alicerce do cristianismo, aonde Cristo sendo o elemento do qual se origina uma das principais diferenças da doutrina cristã, quando considerada ante outras religiões.

John MacArthur fala sobre a ressurreição de forma que “Se o cristão não tem um Salvador, senão Cristo; um Redentor, senão Cristo; e um Senhor, senão Cristo; e, se Cristo não é ressurreto, Ele não está vivo; nesse caso, a nossa vida cristã é sem vida”.

Sem a ressurreição de Cristo dos mortos, nos ainda estaríamos destinados a morte pelos nossos pecados (Rm 6: 23), e nossa fé e pregação será sem sentido.
Ressurreição significa volta o morto a vida, mostrando que o nosso Deus e nossa fé não estão mortas.

A importância da ressurreição

A ressurreição significou a vitória de Cristo e o cumprimento de sua palavra, e a remissão dos nossos pecados.

Questionamentos sobre a ressurreição ?

Se Jesus foi crucificado na sexta-feira, como pôde ele passar três dias e três noites na sepultura? (Mateus 12:40)

A expressão "três dias e três noites" não significa necessariamente três períodos completos de 24 horas. A referência do salmista ao meditar "de dia e de noite" (SI 1:2) na Palavra de Deus não significa ter de ler a Bíblia durante todo o dia e toda a noite.

está claro no livro de Ester que a expressão "três dias e três noites" não tem o sentido de 72 horas, pois embora eles tenham jejuado por três dias e noites (4:16), que foi o tempo desde que começaram com o jejum até o momento em que Ester se apresentou perante o rei, a passagem afirma que Ester apareceu diante do rei "ao terceiro dia" (5:1).

Ressurreição e glorificação

Jesus foi o primeiro a ser ressuscitado dentre os mortos para uma existência glorificada. (At 26.23).

Quando voltar a este mundo, ele levantará seus servos da morte para a vida ressurreta, como a sua própria vida ( I Co 15.20-23; 2 Co 5.1-5; Fp 3.20-21).Na verdade, ele ressuscitará da morte toda a raça humana. Porém os que não são seus ressurgirão para a condenação (Jo 5.29) e estarão sujeitos “à segunda morte” por causa de seus peca- dos (Ap 2.11; 21.8). Os cristãos que estiverem vivos na sua vinda, naquele instante passarão por uma maravilhosa transformação ( I Co 15.50-54).

Evidências históricas da ressurreição de Cristo

O testemunho das mulheres

A presença das mulheres no sepulcro é uma forte evidência de que o registo bíblico é verdade. As mulheres não tinham praticamente nenhuma credibilidade no primeiro século da cultura judaica, e seu depoimento em um tribunal de lei era considerada de nenhum valor.

Seus inimigos teriam feito aparecer seu corpo para silenciar aos crentes

Se ele não ressuscitou dos morto, o que sucedeu com o seu corpo? Se os seus inimigos roubaram-lho e nunca lho mostraram abertamente, isso teria incentivado os mesmos rumores de ressurreição que eles estavam muito ansiosos de evitar.


Um historiador não cristãos testemunha em apoio da ressurreição

Um historiador judeu de nome Josefo escreveu no final do primeiro século D.C., em sua obra Tempos Antigos Dos Judeus: "Havia, então, um homem nesse tempo chamado Jesus, um homem sábio, se é que é lícito chamá-Lo de um homem; pois ele fazia maravilhas, um mestre de homens que receberam a verdade com imenso prazer. Ele atraía para si muitos judeus e também muitos dos gregos. Tal homem era o Cristo e quando Pilatos o condenou à cruz, pela acusação dos homens principais entre nós, aqueles que o amaram desde o princípio não o abandonaram; ele lhes apareceu vivo no terceiro dia. Os santos profetas haviam falado estas coisas e milhares de outras maravilhas a respeito dele. E mesmo agora, a raça de Cristãos, os que tomaram seu nome, não desvaneceram."

Josefo era um judeu tentando agradar aos romanos e certamente ele não teria relatado esta história se não fosse verdade, já que não era agradável aos romanos retratar Pilatos como aquele que havia condenado o "Cristo"..

Cristo Morreu e Ressuscitou – 1 CORÍNTIOS 15.1-11

Se o capítulo 13 é um salmo de amor, este capítulo é um salmo de esperança, uma esperança que não pode ser frustrada. É o mais memorável argumento que existe em defesa da ressurreição do corpo.

Notemos que a ressurreição não era, primeiramente, uma doutrina, mas um fato.
Não é necessário prová-la, mas simplesmente dizer que Cristo ressurgiu e, portanto, todos ressurgiremos, porque Cristo é o Filho do homem. Outras religiões se baseiam em filosofia e metafísica, mas o túmulo vazio no jardim de José de Arimatéia é a chave de abóboda(sustentação) do evangelho.

Se ela não puder ser sustentada, como o foi na Igreja Primitiva, a superestrutura desmorona como um aglomerado de nuvens. Mas ela pode ser sustentada. Há mais evidências em favor da ressurreição de Jesus do que de qualquer outro fato da história moderna.

sábado, 21 de maio de 2011

A banda mais bonita da cidade e o inferno

Alegria e criatividade, essa é a frase para genialidade desta banda curitibana, que é o sucesso instantâneo  das redes sociais. Com mais de 1 milhão de acessos (Domingo 22). Claro que não é nada de novo.

Mas é difícil não encontrar a graça comum, nestes jovens universitários do paraná. Em meio a notícias ruins e  músicas sexuais e provocativas. A pura graça de Deus, mostrar mais uma vez, que sim, Deus é o principal motivo da canção;

A música  "Oração" não é uma música religiosa,  mas é contemplativa, não é gospel, mas é música contemporânea, não é cristã,  mas tem essência cristã.

Em meio a Créus e Céus essa é  uma boa escolha para não ir para inferno musical.


quarta-feira, 18 de maio de 2011

Os dons ministeriais - Antonio Gilberto Parte 3



Hoje, como anunciado no último artigo desta série, veremos o dom ministerial de profeta.

O termo profeta significa literalmente porta-voz (Lc 1.70 e Ex 7.2-3). Se quisermos entender esse ministério, é preciso antes compreendermos a diferença entre o dom de profecia e o ofício ou ministério profético.

O dom de profecia é para todos: "Todos podereis profetizar", 1Co 14.31. O ministério profético, não: "São todos profetas?", 1Co 12.29.

O ministério profético é exercido através de um ministro dado por Deus à Igreja. O dom de profecia é uma capacitação sobrenatural do Espírito Santo concedida a uma pessoa do povo para transmitir a mensagem divina. No ministério profético, Deus usa principalmente a mente do profeta; no dom de profecia, Deus usa principalmente o aparelho fonador da pessoa.

O profeta é um pregador especial, com mensagem especial. Sua mensagem apela à consciência da pessoa em relação a Deus, a si própria, ao pecado e à santidade. Vemos isso nos profetas do Antigo Testamento. É só conferirmos as mensagens dos livros proféticos. No Novo Testamento, podemos ver isso em profetas como Silas (At 15.32) e Ágabo (At 21.10).

O profeta de Deus é também um intercessor diante de Deus pelos homens, pela obra etc (Gn 20.7). O forte do profeta de Deus é expor os padrões da justiça divina para o povo. Ele é um arauto da santidade de Deus. Com autoridade e unção divinas, está sempre a condenar o pecado (Is 58.1). Seu espírito ferve com isso e ele geme por isso, pois para isso foi chamado. A Igreja precisa muito desse ministério para os dias atuais.

A Palavra de Deus sai da boca do profeta como flechas de fogo divino! João 5.35 diz de João Batista, o profeta: "Ele era a candeia que ardia". O profeta de Deus faz o homem carnal estremecer, parar e considerar o seu mau caminho.

A profecia, como estamos tratando aqui, é uma mensagem sobrenaturalmente inspirada ou revelada da parte de Deus. A mensagem profética vem do Espírito Santo através das fé (Rm 12.6). Portanto, o ministério profético é um ministério de fé.

Duas curiosidades sobre os profetas de Deus na Bíblia: dois deles no Novo Testamento eram também apóstolos: Barnabé e Saulo (At 13.1); e há um alerta de Deus para o povo a respeito deles: "Não toqueis nos meus ungidos, e não maltrateis os meus profetas", Sl 105.15.

Nos tempos bíblicos havia falsos profetas: "E veio a mim a Palavra do Senhor, dizendo: Filho do homem, profetiza contra os profetas de Israel que são profetizadores, e dize aos que só profetizam o que vê o seu coração: Ouvi a Palavra do Senhor: Assim diz o Senhor Jeová: Ai dos profetas loucos, que seguem o seu próprio espírito e coisas que não viram", Ez 13.1-3. Como naqueles tempos, ainda há falsos profetas.

Na semana que vem, veremos o dom ministerial de evangelista.,

Fonte: CPADNEWS

quarta-feira, 11 de maio de 2011

John MacArthur, John Piper, CJ Mahaney e o Hip Hop


Cenário da música gospel nos EUA ganha força com estilo hip hop

Uma novidade do cenário musical gospel americano tem chamado atenção pelo seu sucesso e aposta em algo improvável. Nem todos os rappers cristãos seguem a tradição reformada, nem se consideram pregadores e professores no seu meio musical. No entanto, alguns desse músicos parecem ter gerado um movimento que usa explicitamente ideias de líderes calvinistas. Várias músicas gravadas por eles incluem referências diretas aos escritos de teólogos como John MacArthur, John Piper, CJ Mahaney, entre outros.

Curtis “Voice” Allen chegou a gravar no ano passado um rap sobre o Catecismo de Heidelberg, importante documento e declaração de fé reformada criado em 1563. Mas Curtis não está sozinho. Talvez o mais famoso desses “ministros do rap” no momento seja Lacrae (foto), é co-fundador da Reach Records (o selo dos rappers reformados) e líder do ministério Reach Life. Ele tem chamado atenção de meios seculares como a MTV e foi indicado ao Grammy este ano.

Some-se a esta lista Trip Lee, Sahi Linne, Flame, que também usam rimas rápidas e batidas compassadas para fazer verdadeiros sermões em forma de rap. Afinal, muitos estão acostumados a pregar com regularidade em suas igrejas.

Embora esses raps ainda estejam longe de serem adotados durante o período de louvor das igrejas reformadas, tem o apoio de teólogos como D. A. Carson e Anthony Bradley.

O mais surpreendente é ver que esse movimento parece ter influenciado rappers não são cristãos a gravarem músicas falando sobre questões teolígicas, como fez Rhymefest. Algo impensável um tempo atrás já que os grandes nomes do movimento hip hop ficaram conhecidos por suas letras que fazem apologia a violência, sexo, crime e uso de drogas.

Poderia-se até dizer que o que esse pastores/rappers fazem não é algo totalmente novo. Martinho Lutero poderia ser considerado o primeiro “rapper” reformado. Durante a Reforma Protestante encabeçada por ele e Calvino e que mudou a história da igreja no século 16, Lutero já usava rimas compassadas para ajudar as pessoas a memorizar os 10 mandamentos, o Credo apostólico e passagens bíblicas. Na época, Lutero declarou que isso “ajudava os mais jovens a se livrar da influência das músicas carnais e lhes dava algo de valor”.


Fonte: Christianity Today Via Creio

terça-feira, 10 de maio de 2011

Os dons ministeriais - Antonio Gilberto



Como havíamos prometido, vejamos nesta semana o dom ministerial de apóstolo.

O termo apóstolo significa literalmente enviado. No original, o verbo e o substantivo aparecem em passagens como Hebreus 3.1, João 20.21, Mateus 10.15, Lucas 6.13, Atos 13.4 e 14.14, Gálatas 1.1,19, Romanos 16.7, 2 Coríntios 8.23 e Filipenses 2.25. Nos dois últimos textos, o termo não aparece no sentido ministerial.

O apóstolo é a mais alta ordem na escala de ofícios do ministério no Novo Testamento (1Co 12.28; Ef 3.5 e 4.11). A diferença de ministério entre o apóstolo e o evangelista está bem definida em Atos 8, na evangelização de Samaria. No ministério de Felipe como evangelista, destaca-se a pregação e a conversão dos pecadores (At 8.5-13). No ministério de Pedro e João como apóstolos, destacam-se o estabelecimento firme da obra e a consolidação dos resultados da evangelização (At 8.14,25). De fato, em Gálatas 2.9, Pedro e João (apóstolos) são tidos como colunas.

Os apóstolos têm sua liderança espiritual confirmada por provas e sinais (2 Co 12.12). Eles lançam os fundamentos iniciais de uma obra através da doutrina e da liderança (1Co 3.10; Ef 2.20). São eles que estabelecem, no início do trabalho, os fundamentos da doutrina (At 2.42) e provêem a adequada liderança espiritual.

O apóstolo vela com cuidado pela obra, no sentido geral e coletivo (2Co 11.28 e At 15.16). Esse cuidado geral e coletivo inclui viagens e comunicação constante com a obra. Vemos isso no livro de Atos, nas epístolas e através da História da Igreja. Os apóstolos, em virtude de sua missão, eram móveis. Não se fixavam em um lugar. Eram embaixadores de Deus.

O ministério apostólico também é caracterizado pela elevada autoridade conferida pelo Senhor (At 1.2 e 2Pe 3.2). A autoridade apostólica está sobre todos os demais ministérios (1Co 12.28). Nesse sentido, os apóstolos são "livres" para executarem serviços especiais de grande importância na igreja (1Co 9.11).

Os doze apóstolos do Cordeiro formam um grupo distinto (Jd 17). Eles colocaram o alicerce da Igreja (Ef 2.20 e Ap 21.14). São apóstolos num sentido único. Alguns exemplos de apóstolos da Igreja independentes do grupo dos doze chamados apóstolos do Senhor são Paulo e Barnabé (At 14.14), Andrônico e Júnias (Rm 16.7), e Tiago, irmão do Senhor (Gl 1.19). O próprio Paulo se declara apóstolo em Romanos 1.1 e 1 Coríntios 1.1.

Estado de Israel completa 63 anos


Logo após o anúncio do estabelecimento do Estado de Israel, em 14 de maio de 1948, os exércitos de Egito, Jordânia, Síria, Líbano e Iraque invadiram aquele país, dando início à Guerra da Independência.

Recém-formadas e pobremente equipadas, as Forças de Defesa de Israel (FDI) conquistaram uma expressiva vitória, após quinze meses de combate. Ao vencer sua primeira guerra, Israel concentrou os seus esforços na construção do seu Estado. Foram, então, eleitos David Ben Gurion (primeiro-ministro) e Jaim Neizmann (presidente).

Desde o ano 70 d.C. os israelenses estavam sem território próprio e sofriam terríveis perseguições. Na Idade Média, foram queimados aos milhares em praça pública pela Igreja Romana, sob o domínio do inquisitor Torquemada. Durante a II Guerra Mundial (1939-1945), mais de seis milhões deles foram brutalmente assassinados, no Holocausto.

Infelizmente, há desalmados (inclusive no meio evangélico) tentando minimizar o Holocausto, o que é um absurdo. Há muitas imagens sobre aquela tragédia sem precedentes. Vi, na quinta-feira, num documentário da National Geographic, uma filmagem que não sai da minha mente. Homens, mulheres, jovens, adolescentes, crianças e até criancinhas de colo, todos despidos, entrando em um enorme buraco para seres fuzilados.

Graças a Deus, a partir de 1948 (apenas três anos após o término da II Guerra), Israel passou a colecionar muitas vitórias. E hoje é uma grande potência mundial. Sua tecnologia e seu modelo de administração são exportados para todo o mundo.

A existência de Israel é um fenômeno singular, racionalmente incompreensível, uma prova da existência de Deus. Séculos vêm e vão, povos florescem, alcançam seu apogeu, envelhecem e desaparecem. Mas Israel, ao longo de quase seis mil anos, não foi atingido pela lei da mortalidade dos povos.

É verdade que Israel não foi fiel ao Senhor, trazendo sobre si duras consequências (Rm 11). Entretanto, a Palavra de Deus diz que “o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado” (Rm 11.25). A julgar pelo florescimento dessa nação, nesses 63 anos, o tempo da plenitude gentílica está chegando.

E tudo isso evoca a última oração da Bíblia: “Ora vem, Senhor Jesus” (Ap 22.20).

Por : Ciro Sanches Zibordi

Rafinha Bastos faz piada com estupro, câncer e defeitos físicos.


Veja essa declaração: "Toda mulher que eu vejo na rua reclamando que foi estuprada é feia pra c...." O humorista Rafinha Bastos está no palco de seu clube de comédia, na região central de São Paulo. É sábado e passa um pouco das 20h. Os 300 lugares não estão todos ocupados, mas a casa parece cheia. Ele continua o discurso, finalizando uma apresentação de 15 minutos. "Tá reclamando do quê? Deveria dar graças a Deus. Isso pra você não foi um crime, e sim uma oportunidade." Até ali, o público já tinha gargalhado e aplaudido trechos que falavam sobre como cumprimentar gente que não tem os braços, o que dizer para uma mulher virgem com câncer, e por que, depois que teve um filho, Rafinha passou a defender o aborto. Mas parece que agora a mágica se desfez. O gaúcho de 34 anos, 2 metros de altura, astro da TV, não está emplacando sua anedota sobre estupro. Os risos começam a sair tímidos e os garçons passam a ser chamados para servir mais bebida. Rafinha aparenta não se dar conta de que algo ruim está acontecendo. Em vez de aliviar, ele continua no tema. "Homem que fez isso [estupro] não merece cadeia, merece um abraço." Em vez de rir, uma mulher cochicha para alguém ao lado: "Que horror".

Essa matéria saiu na Rolling stones e aponta para um problema que tem afetado a sociedade no sentido moral e ético: a ausência de limite e bom senso no humor. Ser sarcástico é uma coisa, ser escarnecedor é outra. O senhor Rafinha Bastos passou dos limites ao declarar que um estuprador deveria ser abraçado e não punido.

Então rapaz, abrace e celebre com o cara que estuprar sua mulher ou sua mãe. Só é engraçado quando não nos incomoda não é? O fato de fazer parte da turma do Marcelo Taz (grande jornalista de verdade) não lhe dá direito de ofender as milhares de mulheres que foram vítimas desse crime hediondo e que estão traumatizadas pelo resto da vida.

Faça o seguinte: submeta-se as carícias de "chico estrela" o maníaco do parque e depois vá fazer seu stand up se der pra ficar "up". Ah e a piada do estupro só funciona porque a elite que vai assistir o seu show, não pensa, engole o que vem pela frente e ta pouco se lixando pra quem é estuprado até o estuprado seja ele(a).

Respeite as pessoas, se você tivesse conhecimento mínimo de seu livro sagrado a Torah, não falaria metade das asneiras que professa no palco. Seja homem e faça humor e não ganhe a vida às custas de quem sofreu e sofre diariamente por ter um câncer ou ter sido estuprada. Isso é papel do diabo, não seu. Você pode mais que isso rapaz...

terça-feira, 3 de maio de 2011

Mulheres segundo o coração do Pai



Ana paula valadão,  tem sido destaque nas grandes mídias. Com aparições nos programas de televisão de maior audiência no Brasil. Mas não posso deixar de concorda com sua mensagem intitulada "Mulheres  segundo o coração do Pai", ministrada para esposas de pastores.

A palavra da pra. Ana Paula Valadão abordou sobre o feminismo e sua maldição na vida das mulheres contemporâneas. “As mulheres estão exaustas e solitárias por causa da grande demanda de trabalho. Estão vivendo sob um peso de culpa e têm vivido com medo e ansiedade crônica”, disse Ana. A mensagem vai contra a política das mulheres liberais, ela vai de encontro aquilo que nós mulheres achamos que é certo. “Dá uma ajeitadinha do banco porque essa mensagem vai mexer com você”, brincou Ana. Mas se o seu coração anseia ser livre para cumprir com o propósito pelo qual Deus te fez mulher então leia e atente para as palavras de contra revolução, que quer fazer da Bíblia o padrão de vida. “Mulheres de valor incalculável em suas igrejas e em sua família. Quantas aqui querem ser essas mulheres de contra revolução?”, pergunta.

A mensagem é baseada em algumas perguntas que muitas mulheres fazem ao longo de sua vida. A primeira pergunta inicia o primeiro ponto da palavra, Porque eu fui criada mulher? A resposta está em Gêneses 2.18, que fala sobre a formação da mulher. Será que eu estou disposta a sacrificar minhas ambições e aspirações para cumprir o meu papel primário como auxiliadora do meu marido? Será que eu estou provendo o companheirismo que meu marido precisa? Como eu poderia ser uma ajudadora melhor para meu marido cumprir o chamado dele? Estou promovendo casamentos saudáveis segundo o padrão de Deus em relação aos maridos de outras mulheres? A resposta está em 1 Corintios 8.9 e 1 Corintios 11.7. A mulher é a glória do homem. Ana continua a perguntar, será que sou uma facilitadora para que os homens cumpram o seu chamado de liderança e liberalidade em casa, na igreja e na sociedade? Será que eu busco proteger e preservar as diferenças criadas por Deus nas minha diversas funções como mulher? A resposta: Gêneses 3:20. Estou ativamente envolvida em gerar e nutrir a vida?.

O segundo ponto da palavra aborda sobre O que faz uma mulher bonita? 1 Pedro 3:4. Será que os outro veem em mim uma beleza de um espirito grato e dedicado espiritualmente? Estou colocando a minha confiança em Deus ou na opinião das pessoas? Provérbios 31.15. Será que estou mais preocupada em cultivar meu relacionamento com o Senhor ou em estar sempre na moda? Será que estou mais preocupada em agradar a Deus ou aos homens? 1 Timóteo 2.9. Deus quer de nós simplicidade e modéstia. As mulheres mais bonitas e elegantes são as que têm simplicidade exterior e interiormente. Eu me visto de maneira modesta? O meu estilo de roupa encoraja os homens a pensarem pensamentos puros ao olhar pra mim ou estimulam seus pensamentos sexuais? Eu me visto de maneira que chamo a atenção dos olhares dos homens ou do espirito de Jesus a habitar em mim? O padrão da mulher bíblica não chama a atenção e os pensamentos sensuais dos homens Rute 3.11.

Novamente em 1 Timóteo 2.9, será que eu uso modas extremas no cabelo, nas roupas, maquiagens que provoquem a distração do foco que é Jesus? Eu evito joias extravagantes ou roupas que podem provocar a inveja dos outros? Será que eu demonstro o espirito de sobriedade, pureza e referência?

O ponto três da palavra é Como uma mulher de Deus pode se portar? Provérbios 31.26. Será que eu abençoar a minha família falando palavras doces e sábias?sera que a palavra de sabedoria está em minha boca, novamente a resposta está em Rute 3.11. Será que ue tenho uma reputação de mulher de vrtude, moral e caráter divino? Será que estou diposta a esperar calmamente para que Deus mude o coração de uma autoridade que eu acho que está errada? Será que eu estimula as pessoas com palavras doces e humildes? Sobre ser ensinada, 1 Timoteo 2.11, será que eu tenho um espírito ensinável e recebo instrução mansamente com obediencia? Proverbios 21:19 Será que as minhas atitudes tornam fácil a convivencia comigo ou será que eu frustro as pessoas?

No ponto quatro Ana faz perguntas e reflexões sobre Qual é o plano de Deus para mim como esposa? Proverbios 31.11-12. A mulher virtuosa avalia a propriedade e a adiquire. Existem muitas histórias de maridos que não tinham fé mas suas esposas tinham e Deus operou muitos milagres. Será que meu marido confia em mim? Será que ele me vê como uma pessoa leal e moralmente fiel a ele? Será que meu marido pode confiar na maneira como eu gastos as nossas finanças e na maneira como eu falo dele quando ele não está presente? Será que meu marido sabe sem dúvida que estou comprometida com ele até a eternidade? Gênese 3.6, 

Na minha vida tenho sido um modelo de pessoa de Deus para meu marido, filhos e amigos seguirem? Será que eu ajo de maneira contra o pecado? Efesios 5.24, será que eu respondo a liderança do meu marido da mesma maneira que a igreja responde a Cristo como o seu cabeça? Será que sou submissa ao meu marido em minhas ações externas e internas? Efesios 5.23, será que eu concordei com o que Deus diz que meu marido é o cabeça? Será que eu resisto a sua autoridade? Efesios 5.33, será que meu marido sente que eu o respeito? E as outras pessoas sabem que respeito meu marido? 1 Corintios 7.3-4, será que eu guardo todo o tipo de comunicação intima apenas para o meu marido? Será que estou me doando para suprir as necessidades sexuais do meu marido? A mulher não deve reter o seu corpo.

1 Corintios 14.35, será que eu encorajo o meu marido a aquecer espiritualmente buscando nele o conselho ou sou rápida em tirar minhas conclusões para responder os meus problemas? Será que ele sbe que eu respeito e considero os seus conselhos?

O ponto cinco fala sobre Como Deus quer me usar na vida de outros? 1 Timóteo 1.2, será que oro fielmente pelos líderes que Deus colocou em minha vida? Será que eço a Deus que os abençoe e quando um deles cae eu oro por eles? Proverbios 31.27, sou diligente em meus trabalhos? Presto atenção em tudo e todos ao meu redor? 1Timoteo 5.10, será que minha vida é marcada por compaixão, atos de misericórdia e serviço ao próximo? Romanos 12.13, sou sensível a necessidade dos outros crentes? Sou generosa em compartilhar com outros que estão em necessidades e abro minha casa para recebê-los? Tito 2.3, será que minha vida é um exemplo para as mais jovens? Tenho dominio próprio em minha ações e palavras? Tenho ajudado as mais jovens a serem mulheres sábias e verem em mim referência de vida? Tito, 2.4-5, minhas prioridades estão em ordem? Estou focada em amar e suprir as necessidades de minha família? Tenho postura de autocontrole, pureza e docura? Ana conclui a palavra com a pergunta: Será que a minha vida é um retrato da mulher bíblica?

Depois da palavra as congressistas assistiram um video com o testemunho de uma mulher que aprendeu a ser verdadeiramente uma esposa de pastor. Deus a ensinou como ser sua companheira pastoral, auxiliadora do lar e mulher. A Pra. Ezenete liberou palavras proféticas para as mulheres e dirigiu um período de oração e arrependimento. Ana dá uma dica para as mulheres que marquem os versículos, memorize-os e use-os nas áreas que você precisa tratar. 

Fonte: Lagoinha

Obs: vale resaltar as diferenças teólogicas que é relacionada as manisfetações espírituais, Ana Paula Valadão foi muito feliz em sua pregação,  sendo ela mulher e ainda  esposa de  pastor.  Mostrou uma mensagem bíblica e contextualizada.