sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Rio aprova inclusão de ensino religioso nas escolas


Rio - Contrariando um parecer do Conselho Municipal de Educação, a prefeitura do Rio conseguiu aprovar a inclusão do ensino religioso no currículo das escolas públicas cariocas. O projeto de lei cria aulas opcionais para diferentes denominações religiosas e abre 600 vagas para professores da área. A partir de 2013, o impacto no orçamento do município será de R$ 15,7 milhões por ano.
Aprovado por 28 votos a cinco, o texto estabelece a adoção de aulas facultativas para os estudantes do Ensino Fundamental da rede municipal. Os pais decidirão se os alunos devem assistir às aulas e poderão escolher a designação religiosa de sua preferência.
Segundo o projeto, os professores serão contratados após concursos públicos, mas deverão ser "credenciados pela autoridade religiosa competente, que exigirá deles formação religiosa obtida em instituição por ela mantida ou reconhecida".
Em fevereiro, o Conselho Municipal de Educação - responsável pelo acompanhamento da política educacional do município - aprovou um parecer que rejeitava a inclusão da religião nas escolas. O objetivo era reafirmar o "caráter laico da escola pública", uma vez que a adoção do ensino religioso é alvo de uma ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF).
"Lamento profundamente a decisão dos vereadores. Para atender aos anseios de grupos religiosos, a prefeitura ignorou a avaliação que havia sido feita por um órgão formado por educadores", criticou a professora Rita Ribes Pereira, integrante do Conselho Municipal e especialista em educação infantil.
O projeto foi enviado à Câmara pelo prefeito Eduardo Paes (PMDB), que se baseou na Constituição para propor a alteração no currículo escolar. Segundo o artigo 210, a religião deve ser uma das disciplinas do Ensino Fundamental.
Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia/2011/09/30/rio-aprova-inclusao-de-ensino-religioso-nas-escolas.jhtm

Lição 1 - Quando a crise mostra a sua face









O livro que leva o nome de Neemias aparece...



Texto Bíblico: Neemias 1.1-7

INTRODUÇÃO

I. A CRISE EM JERUSALÉM
II. O CHAMADO DE NEEMIAS
III. A INTERCESSÃO DE NEEMIAS


O LIVRO DE NEEMIAS

O livro que leva o nome de Neemias aparece nos primeiros manuscritos, combinando com o de Esdras, e ambos formam um único livro. Certos manuscritos gregos separaram os dois antes da época de Orígenes e Jerônimo, mas os manuscritos hebraicos combinaram os dois até o ano de 1448 d.C. Sua união nos códices mais importantes (Vaticano, Sinaítico e Alexandrino) indica que originalmente formaram apenas um livro na Septuaginta (LXX).

Conteúdo
I. A Administração de Judá por Neemias, 1.1 – 12.47:  

A.    Chegada a Jerusalém, 1.1 – 2.20
B.    Reconstrução do muro, 3.1 – 7.4
C.    Registro dos retornaram, 7.5-72
D.    Renovação da aliança, 7.73 – 10.39
E.    Censo de Jerusalém e da vizinhança, 11.1-36
F.    Relação dos sacerdotes e levitas, 12.1-26
G.    Consagração do muro, 12.27-47

II. Segunda Visita de Neemias a Jerusalém e Reforma Finais, 13.1-31

Fontes
Como no caso do livro de Esdras, várias e distintas fontes podem ser facilmente reconhecidas demonstrando o caráter composto desse livro, da maneira como agora se encontra:

1.    Memórias pessoais de Neemias (1.1; 2.20; 4.1 – 7.5; 10.28 – 11.2; 12.37; 13.31). Essas passagens foram escritas na primeira pessoa. 
2.    Narrativas na terceira pessoa (7.73 – 9.38). Essas passagens podem ter sido adaptadas das memórias de Neemias, porém, vieram provavelmente dos registros do Templo. 
3.    Relações e genealogias:
a.    Construtores (3.1-32), das memórias de Neemias.
b.    Exilados que retornaram  (7.6-73), da mesma fonte de Esdras 2.1-70.
c.    Aqueles que selaram a aliança (10.1-27), das memórias de Neemias ou dos registros do Templo.
d.    Residentes de Jerusalém e de sua região (11.3-36), dos registros do Templo ou arquivos do estado.
e.    Sacerdotes, levitas e sumos sacerdotes (12.1-26), dos registros do Templo.  

Autoria
Há muito tempo este livro tem estado ligado ao nome de Esdras na tradição hebraico-cristã. Seus estreitos laços com os livros de 1 e 2 Crônicas em estilo, linguagem, aspecto  e propósito apontam para uma obra que originalmente incluía Crônicas, Esdras e Neemias. O fato de Crônicas ter estado inicialmente como o primeiro livro da série pode ser observado pela repetição dos versos finais de 2 Crônicas no início do livro de Esdras. Provavelmente, os livros de Crônicas foram mais tarde colocados em último lugar em virtude de terem sido aceitos posteriormente pela comunidade judaica. Outros arranjos diferentes são evidentes na LXX, como parte de Neemias 8 ter sido transferido para acompanhar Esdras 10.2. A natureza composta dessas obras, e sua grande semelhança têm dado ao autor ou editor o nome de “Cronista”. O Talmulde (Baba Bathra 15ª) considera Esdras como o autor principal e Neemias, seu contemporâneo, como aquele que completou os registros.

O fato de Neemias ter feito intenso uso de memórias pessoais torna-o, com toda certeza, um substancial autor do material que agora leva seu nome. Esse material vem de um documento muito parecido com um diário pessoal. Alguns acreditam que ele nunca teve a intenção de publicá-lo por ter registrado os eventos e as emoções a eles associados de forma muito franca e cheia de vida. Essas observações feitas em primeira mão são tremendamente importantes para lançar alguma luz sobre a história política dos judeus durante o período persa. 

Texto extraído e adaptado do: “Dicionário Bíblico Wycliffe”, editado pela CPAD.

Fonte: CPAD


Ouça o novo CD Aline Barros e Cia 3



 O ministério infantil é uma das prioridades de Aline Barros. E Deus acaba de presenteá-la com mais um CD: Aline Barros & Cia vol.3! A cantora está grávida de oito meses e meio, e o álbum com 14 músicas chegou praticamente junto com a primeira menina de Aline, Maria Catherine, que tem nascimento previsto para primeira quinzena de outubro. Muito feliz, Aline falou sobre o novo trabalho:“Minha alegria é total! Que o Senhor seja honrado através desse lindo CD e que todas as crianças sejam abençoadas e aperfeiçoadas através da Sua palavra com esse grande instrumento de evangelização que é o Aline & Cia 3. Agora é só aumentar o volume do seu som e deixar seu filho cantar as verdades e princípios que a Palavra nos ensina!!! Certamente vocês vão colher muitos frutos”


Confira as músicas do álbum:
1. Brincando de Adoleta
2. Dança do Canguru
3. Arca do Noé
4. Dada Gugu
5. Quem era o menininho?
6. As pirâmides do Faraó
7. Louvor de Miriã
8. Abra um sorriso
9. Mulher samaritana
10. Milagres de Jesus
11. Pisa na muralha
12. Eu li na Bíblia
13. Junto e Misturado
14. Trenzinho Chic Pom



Ouça aqui

Veja a lista das igrejas que mais crescem nos Estados Unidos.



A Revista Outreach lançou a lista das 100 Igreja com o mais rápido crescimento dos Estados Unidos.

Veja a lista das 9 mais jovens igrejas com o mais rápido crescimento da América (2011)

  1. 2010 - The Potter’s House Church of Denver (Denver, CO) :: E. Christopher Hill
    cresceu 1,800 (51%) através de 1 localização
  2. 2010 - Transformation Church (Fort Mill, SC) :: Derwin Gray
    cresceu 696 (95%)  através de 1 localização
  3. 2006 - Elevation Church (Charlotte, NC) :: Steven Furtick
    cresceu  2,744 (48%)  através de 4 localizações
  4. 2006 - Element Church (St Louis, MO) :: Erik Lawson
    cresceu  278 (22%)  através de 1 localização
  5. 2005 - Grace Community Church (Clarksville, TN) :: Ron Edmondson & Chad Rowland
    cresceu  528 (33%)  através de 2 localizações
  6. 2005 - Kingdom in the Valley Christian Church (Litchfield Park, AZ) :: Reginald Steele
    cresceu 650 (26%) através de 2 localizações
  7. 2005 - Shore Fellowship Church (Egg Harbor Township, NJ) :: Tim Chambers
    cresceu  386 (30%)  através de 1 localização
  8. 2005 - The Crossing Church (Tampa, FL) :: Greg Dumas
    cresceu 560 (13%) através de 2 localizações
  9. 2005 - Barefoot Church (North Myrtle, SC) :: Clay NeSmith
    cresceu 288 (22%) através de 2 localizações

A lista das 7 igrejas mais antigas com o mais rápido crescimento da América (2011)
  1. 1808 - Huntsville First United Methodist Church (Huntsville, AL) :: Glenn Conner
    cresceu  255 (29%) através de 1 localização
  2. 1834 - Traders Point Christian Church (Indianapolis, IN) :: Aaron Brockett
    cresceu  640 (23%) através de 1 localização
  3. 1865 - Calvary Baptist Church (Clearwater, FL) :: Willy Rice
    cresceu 495 (17%) através de 1 localização
  4. 1870 - Cross Church Northwest Arkansas (Springdale, AR) :: Ronnie Floyd
    cresceu  852 (13%) através de 3 localizações
  5. 1909 - Parklawn Assembly of God (Milwaukee, WI) :: Walter Harvey
    cresceu  284 (23%) através de 1 localização
  6. 1917 - Christ Fellowship Baptist Church (Miami, FL) :: Rick Blackwood
    cresceu  866 (16%) através de 5 localizações
  7. 1923 - Los Angeles International Church (Los Angeles, CA) :: Matthew Barnett
    cresceu  1,100 (18%) através de 1 localização

O iraniano Yousef Nadarkhani pode ser morto por um grave crime no seu país: ser cristão!



Ore pelo pastor iraniano Yousef Nadarkhani e sua família. Ele pode ser morto a qualquer momento por não negar a fé em Jesus Cristo. Infelizmente, o nosso governo não escreverá uma nota de repúdio por esse absurdo. Liberdade religiosa já!

Leia mais:

EUA pedem clemência ao Irã por pena de morte contra pastor
http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5384680-EI308,00-EUA+pedem+clemencia+ao+Ira+por+pena+de+morte+contra+pastor.html


Este homem foi condenado à morte no Irã por ser cristão. Ele pode se salvar: basta renunciar a Cristo

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Falar com as Pessoas em Vez de Falar Delas - John Piper




No meu primeiro sermão depois de ter estado ausente por cinco meses, eu deixei alguma coisa de fora. Estava nas minhas notas, mas não parecia fluir com o principal foco quando eu cheguei a ele. Portanto eu deixei-o de fora. Mas eu queria mesmo ter dito aquilo. Portanto aqui está. 

Podem-se lembrar que em Lucas 18:9, Lucas introduz a parábola do Fariseu e do cobrador de impostos assim: “Ele também contou está parábola a alguns que confiavam neles próprios de que eles eram justos; e de que tratavam os outros com desprezo.” Pode parecer pouco a princípio, mas tomem nota que diz que Jesus é que contou esta parábola a ALGUNS que confiavam neles próprios de que eram justos. Não quer dizer que contou está parábola SOBRE eles. Jesus estava a olhar os Fariseus nos olhos e a contra uma parábola que implicava que eles estavam satisfeitos com eles próprios. Ele não estava a falar deles mas com eles. 

Embora possa parecer pouco, contém uma lição que é enorme para a saúde da nossa igreja. Vamos ser assim. Não vamos falar com os outros sobre os erros das pessoas. Vamos falar com eles sobre os erros das pessoas. È muito fácil – e muito apetitoso para a língua das nossas almas pecadoras – para falar sobre as pessoas. Mas é duro – e ás vezes amargo - falar com elas. Quando estão a falar delas, elas não podem corrigi-lo ou dar a volta e fazer com que tu sejas o problema. Mas se falares comelas sobre o problema, pode ser muito doloroso. Por isso é mais seguro falar sobre as pessoas do que falar com elas. 

Mas Jesus não nos chama para fazermos escolhas seguras. Ele chama-nos para fazermos escolhas amorosas. A curto prazo, o amor é mais vezes doloroso do que nos protegermos a nós próprios de evitar o conflito. Mas a longo prazo, as nossas consciências condenam-nos por este caminho fácil e nós fazemos pouca bondade pelos outros. Portanto vamos ser um pouco como Jesus neste caso e não vamos falar das pessoas mas falar com elas, tanto com palavras de coragem, porque isto evidência as graças que temos nas nossas vidas, e com palavras de cautela ou aviso ou correcção ou até repreensão. Paulo encorajou-nos a usar uma gama completa de palavras para uma gama completa de necessidades: “Admoesteis os desordeiros, consoleis os de pouco ânimo, sustenteis os fracos, e sejais pacientes para com todos” (1 Tessalonicenses 5:14).

Eu não quero dizer que não podem criticar o Presidente Bush sem lhe ligarem primeiro pelo telefone. E não quer dizer que não podem discutir o meu sermão, tanto negativamente como positivamente, sem virem ter comigo. As figuras públicas põem-se a eles próprios na linha e compreendem que todos terão uma opinião sobre o que dizem. Isso está bem. O que eu quero dizer é que se conhecem um irmão ou irmã está agarrada a alguma atitude pecaminosa, tire a lenha do seu olho, e depois vá até eles e tente ajudá-los com conselhos bíblicos humildes.

Se calhar conte-lhes uma parábola. Foi o que Jesus fez em Lucas 18:9-14. E foi o que Nathaniel fez a David, depois do seu pecado com Bathsheba e para com Uriah (2 Samuel 12:1-4). Mas não é preciso você ser tão criativo. Tomar conta da pessoa que confrontamos é mais importante do que a criatividade.
O que eu desejo para a nossa igreja é que sejamos livres de mexericos. Vamos ser francos e honestos e corajosos e humildes. Jesus era por vezes francamente brusco. O amor ás vezes soa assim. Ele poderia facilmente ter sido acusado de crueldade ou sem ser amoroso. Mas nós sabemos que ele foi a pessoas mais amorosa que alguma vez viveu. Portanto vamos segui-lo neste caso. Ele morreu por nós para que toda a lenha e faíscas nos nossos olhos possam ser perdoadas. Isto deveria dar-nos tanto coragem como cuidado em lidar com os outros. Especialmente quando percebemos que os erros dos nossos irmãos e irmãs também foram perdoados por Jesus.

Que lugar incrível que nós temos para as relações. Uma comunidade de pessoas generosas, justificadoras e de espírito no coração que adoram crescer nas graças do Senhor. Obrigado por amarem e confiarem e seguirem Jesus de maneira a falarem uns com os outros em vez de falarem uns dos outros.
Feliz por ter regressado,

Pastor João


Por John Piper Sobre Amar Outros
Uma Parte da série Taste and See

Tradução por Olivia Monteiro

terça-feira, 20 de setembro de 2011

A Plenitude do Reino de Deus - Pb. José Roberto A. Barbosa


Texto Áureo: Is. 11.1 – Leitura Bíblica: Is. 11.1-9

Objetivo: Mostrar aos alunos que na consumação de todas as coisas Deus estabelecerá plenamente o Seu Reino e o entregará como herança aos que tiverem recebido a Jesus Cristo como o seu Salvador.

INTRODUÇÃO
Conforme temos estudado ao longo deste trimestre, o Reino de Deus é estabelecido a partir da tensão entre o “já” e o “ainda não”. Isso quer dizer que experimentamos já a realidade do Reino, mas que esse somente será pleno no futuro. Na lição de hoje destacaremos alguns aspectos escatológicos – que dizem respeito às últimas coisas – do Reino. Primeiramente discorreremos sobre o arrebatamento, a bendita esperança da Igreja. Em seguida, a implantação do Reino Milenal de Cristo. E por fim, a eternidade, a consumação final que se estabelecerá para sempre.

1. ARREBATAMENTO, A ESPERANÇA DA IGREJA

O arrebatamento é apresentado no Novo Testamento como um “translado” (I Co. 15.51-52; I Ts. 4.15-17) no qual Cristo virá para a sua Igreja. A vinda de Cristo, propriamente dita, com seus santos. Paulo trata do arrebatamento como um “mistério” (I Co. 15.51-54), isto é, uma verdade não revelada até seu desvendamento pelos apóstolos (Cl. 1.26), sendo assim, um evento em separado. O ensinamento bíblico é o de que Cristo pode voltar a qualquer momento para arrebatar a sua igreja, sem sinais ou advertências prévias. É isso que significa iminência, um acontecimento que pode acontecer repentinamente (I Co. 1.7; 16.22; Fp. 3.20; 4.5; I Ts. 1.10; 4.15-18; I Ts. 5.6; I Tm. 6.14; Tt. 2.13; Hb. 9.28; Tg. 5.7-9; I Pe. 1.13; Jd. 21; Ap. 3.11; 22.7,12,20; 22.17,20). Todas essas passagens mostram que não haverá sinais específicos antes do arrebatamento da igreja. Os sinais de Mt. 24 não são para a igreja, mas para os santos da Tribulação, e como bem sabemos, nenhuma passagem da Tribulação se refere à igreja, mas a Israel (Dt. 4.29,30; Jr. 30.4-11; Dn. 8.24-27; 12.1,2). Se existe algum sinal para a igreja, que precede ao arrebatamento, esses se encontram em I Tm. 4.1 e II Tm. 3.1. A Igreja é instruída a amar a volta de Cristo, como uma noiva que aguarda o seu amado para o casamento (I Pe. 1.8). Esse momento de expectativa deva ser caracterizado não por ansiedade, sequer devemos atrever-nos a marcar dia ou hora, mas a buscar uma vida pura, em santidade, agradando Àquele que nos salvou (I Jo. 3.2-3; II Pe. 3.11-15).

2. O MILÊNIO E A PLENITUDE DO REINO DE DEUS
O Milênio será estabelecido por quando Cristo voltar em glória (Is. 60.20; 61.2; Ez. 21.27; Dn. 7.22) e terá a duração de mil anos (Ap. 20.6). Esse será o período da manifestação plena da gloria de Jesus Cristo (Is. 9.6; Sl. 45.4; Is. 11.4; Sl. 2.9; 72.4). Por ocasião do Milênio se cumprirão as promessas da aliança de Deus com Abraão a respeito da terra e da descendência (Is. 10.21,22; 19.25; 43;1; 65.8,9; Jr. 30.22; 32.38; Ez. 34.24,30,31; Ma. 7.19,20; Zc. 13.9; Ml. 3.16-18). Também se cumprirão às promessas da aliança com Davi (Is. 11.1,2; 55.3,11; Jr. 23.5-8; 33.20-26; Ez. 34.23-25; 37.23,24; Os. 3.5; Mq. 4.7,8). Durante o Milênio Satanás estará preso (Ap; 20.1-3, aquele que é o Deus desta era (II Co. 4.4). Finalmente, durante o Milênio as pessoas experimentarão a manifestação da justiça (Is. 11.5; 32.1; Jr. 23.3; Dn. 9.24). Cristo será a figura central no Reino Milenal, como o Renovo (Is. 4.2; 11.1; Jr. 23.5; Zc. 3.8,9), o Senhor dos Exércitos (Is. 24.23; 44.6), o Senhor (Mq. 4.7; Zc. 14.9), o tronco de Jessé (Is. 11.1,11), o filho do homem (Dn. 7.13). Esse será um período de jurisprudência gloriosa, no qual Jesus anunciará a vontade e alei de Deus (Dt. 18.18,19; Is. 33.21,22; At. 3.22; Is. 2.3; 42.4). O Reino Milenial de Cristo será caracterizado: 1) pela justiça (Mt. 25.37; Is. 60.21; Ml. 4.2; Sl. 110.4; Hb. 7.2); 2) pela obediência (Ef. 1.9,10; Sl. 22.27,28; Ml. 1.11); 3) pela santidade (Is. 6.13; 35.8-10); 4) pela verdade (Is. 42.3; Jr. 33.6); e 5) pela plenitude do Espírito (Jl. 2.28,29; Ez. 37.14; Is. 32.15; 44.3). Essa será uma época de plenitude do Reino, no qual haverá paz (Is. 2.4), alegria (Is. 9.3,4), santidade (Is. 1.26,27), glória (Is. 24.23), consolo (Is. 12.1,2), justiça (Is. 11.5), conhecimento pleno (Is. 11.1,2,9), instrução (Is. 2.2,3), sem maldição (Is. 11.6-9), sem doença (Is. 33.24), de proteção (Is. 41.8-14), de liberdade (Is. 14.3-6), de reprodução (Jr. 30.20), de trabalho (Is. 62.8,9), de prosperidade econômica (Is. 4.1) e de adoração (Is. 45.23).

3. ETERNIDADE E A CONSUMAÇÃO FINAL DO REINO

A terra nos foi dada pelo Senhor para que dela fôssemos mordomos, por isso, enquanto aqui estivermos, precisamos tratá-la com carinho, pois esses princípios foram deixados por Deus para Israel e que podem ser aplicados aos dias de hoje (Ex. 23.11,29; Lv. 25.5; II Cr. 36.21; Sl. 104.13,14,30). Ao mesmo tempo, não podemos esquecer que essa terra, no devido tempo estabelecido por Deus, passará (II Pe. 3.10). Quando isso acontecer, o Senhor nos proverá uma nova terra, a Nova Jerusalém celestial (Hb. 12.22; Ap. 21.1,2), edificada por Deus e prometida aos santos (Hb. 11.16; 12.22) e testemunhada por aqueles que adentraram ao Milênio (Ap. 13.6). Essa será uma espécie de cidade satélite de onde o Rei, Jesus, governará com os santos (Ap. 21.1-3) que foram ressuscitados e/ou arrebatados (I Ts. 4.16,17). O céu é um lugar de bênçãos sem igual, pois lá não haverá lágrimas (Ap. 21.4), nem morte (Ap. 21.4), e muito menos sofrimento (Ap. 21.4). O escritor sacro nos diz que ali também não haverá noite (Ap. 21.23-25) nem imoralidade, rebelião e violência (Ap. 21.27). A maldição do pecado, por fim, perderá o seu poder (Ap. 22.3). No céu se dará a plenitude do relacionamento com Deus em Cristo, pois lá nós O conheceremos perfeitamente (Ap. 21.3; 22.4), O adoraremos e O serviremos (Ap. 22.3), não havendo, portanto, necessidade de templos (Ap. 21.22). Como se tudo isso já não fosse o bastante, ainda teremos o privilégio de reinar com Cristo (Ap. 22.5).

CONCLUSÃO

Concluímos este trimestre com uma mensagem de esperança. Na verdade, o Reino de Deus traz esperança para os desalentados. A morte não é o fim, pois aguardamos o arrebatamento iminente da Igreja. Para aqueles que já se foram, resta a certeza da ressurreição (I Ts. 4.13-17). Conforme instrui Paulo aos crentes de Tessalônica, essa é uma verdade confortadora. Na glorificação do Corpo e no estabelecimento do Milênio, a igreja verá a plenitude do Reino de Deus, o qual já experimentamos, ainda que em parte. Louvamos a Deus pelas lições deste trimestre, pela percepção integral de Reino que o Senhor nos possibilitou por meio desses estudos.

BIBLIOGRAFIA
PENTECOST, J .D. Manual de Escatologia. São Paulo: Vida, 2002.
SILVA, A. G. O calendário da profecia. Rio de Janeiro: CPAD, 1996.

Pb. José Roberto A. Barbosa
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Twitter: @subsidioEBD

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Incêndio destrói igreja e pastor morre em Cachoeiro de Itapemirim


O pastor de um igreja evangélica morreu em um incêndio na madrugada desta sexta-feira (16), no centro de Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo. De acordo com os bombeiros, uma pastelaria, uma loja de artigos de 1,99 e o templo foram incendiados. Mesmo depois de sete horas de combate ao fogo, os bombeiros continuam no local para conter os focos de incêndio.

Incêndio atingiu três estabelecimentos  (Foto: Diego Rocha/ VC no ESTV)

Fonte:G1

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Apesar de ser um país “sem religião”, igrejas chinesas tem mais fiéis do que todas as igrejas da Europa juntas





O governo diz que são 25 milhões – 19 milhões de protestantes e seis milhões de católicos.
É impossível dizer ao certo quantos cristãos existem hoje na China mas ninguém nega que o número cresce rapidamente.
Muitos acreditam que aos domingos haja, nas igrejas da China, mais fiéis do que em todas as igrejas europeias somadas.Fontes não oficiais dizem, no entanto, que os números oficiais são modestos demais. Entre as estimativas independentes, as mais conservadoras apontam para uma número em torno de 60 milhões.


Os novos cristãos podem ser encontrados em vilarejos no interior e também nas grandes cidades, onde vivem os jovens de classe média.
Em segredo
Após a vitória dos comunistas, em 1948, missionários cristãos foram expulsos do país, mas o cristianismo continuou sendo permitido em igrejas aprovadas pelo Estado – desde que essas igrejas se mantivessem fiéis, primeiramente, ao Partido Comunista.Para o líder Mao Tsé Tung, no entanto, religiões eram um “veneno”. Sob seu comando, a Revolução Cultural das décadas de 1960 e 1970 tentou erradicá-las.A estrutura do cristianismo chinês é complexa. Durante todo o século 20 na China, ele foi associado ao “imperialismo ocidental”.


Forçados a praticar sua religião em segredo, os cristãos chineses não apenas sobreviveram. Agora, com seus próprios mártires, os fiéis se multiplicaram em número e fervor.
Desde a década de 1980, quando crenças religiosas voltaram a ser permitidas, as igrejas oficiais vêm cavando cada vez mais espaço próprio.
Elas são subordinadas à Administração do Estado para Assuntos Religiosos. Estão proibidas de tomar parte em qualquer atividade religiosa fora dos locais designados ao culto e têm de aderir ao slogan “Ame o país – ame sua religião”.
Em troca, o Partido promove o ateísmo nas escolas mas se compromete a “proteger e respeitar a religião até o momento em que a religião por si só desapareça”.
‘Igrejas domésticas’
Tanto protestantes quanto católicos estão divididos, na China, entre igrejas oficiais e não oficiais.
A Associação Patriótica Católica, aprovada oficialmente, nomeia seus próprios bispos e não tem permissão de manter qualquer contato com o Vaticano, embora os católicos estejam autorizados a reconhecer a autoridade espiritual do papa.
Mas existe no país uma Igreja Católica extraoficial, maior, que conta com o apoio do Vaticano.
Pouco a pouco, Vaticano e governo tentam chegar a um acordo. Bispos ordenados são hoje reconhecidos por ambas as partes, nenhuma admitindo uma soberania maior da outra.
Nos últimos meses, no entanto, as autoridades voltaram a adotar uma linha mais dura, fazendo ordenações de bispos contra a vontade do Vaticano. Revidando, o Vaticano excomungou um desses bispos recém-ordenados.
Ainda assim, seria um engano descartar a igreja católica oficial.
Nas montanhas a oeste de Pequim, na cidadezinha de Ho Sanju, uma igreja católica erguida no século 14 recebe fiéis até hoje.
A fé robusta dos que frequentam a igreja, muitos deles já idosos, resistiu à invasão japonesa e à Revolução Cultural.
O hospital do vilarejo é administrado por freiras, uma delas vinda da Mongólia – onde há uma grande concentração de católicos.
É em cidadezinhas como essa que a Igreja Católica recruta jovens que receberão treinamento para a vida religiosa.
A Igreja Protestante oficial, por sua vez, cresce ainda mais rápido do que a católica.
Em uma manhã de domingo de Páscoa, no centro de Pequim, uma igreja celebrou quatro missas. Todas estavam lotadas, com mais de 1.500 fiéis.
Igrejas domésticas
Quantidades como essa, no entanto, significam pouco em comparação ao número de fiéis que frequentam as chamadas “igrejas domésticas”.
Clandestinas, essas igrejas vêm se espalhando pelo país e incomodando a igreja oficial – que teme que o fervor inspirado por essas igrejas provoque uma reação do governo chinês.
O que as autoridades consideram inaceitável é a recusa, pelas igrejas domésticas, em aceitar qualquer forma de autoridade oficial sobre elas.
O Estado teme a influência do evangelismo americano e, de fato, a liturgia de algumas das igrejas domésticas tem natureza semelhante.
Mas, em muitos outros aspectos, o movimento das igrejas domésticas parece ser, em grande parte, um fenômeno tipicamente chinês, carismático, energético e jovem.
Falando à BBC, uma jovem cristã com bom nível educacional descreveu sua igreja dessa forma: “Temos 50 jovens profissionais nesta igreja. Todos trabalham muito, não têm tempo para atividades sociais”.
“Mas na igreja as pessoas sentem um calor, se sentem bem-vindas. Elas sentem que as pessoas as amam de verdade, então querem fazer parte da comunidade, muitos vêm por isso”.
Curso de casamento
Aos poucos, o Estado vem procurando incorporar o cristianismo em sua “grande ideia” de uma “sociedade harmoniosa” – o slogan que domina a vida pública chinesa.
Mas se há uma questão que com certeza preocupa as autoridades é a razão pela qual tantos vêm se voltando para a religião.
Hoje, fala-se muito a respeito de uma “crise espiritual” na China. A frase foi usada até pelo premiê Wen Jiao Bao.
Os mais velhos puderam acompanhar de perto como uma sociedade regida por dogmas marxistas e leninistas se transformou em um modelo dos mais viscerais do capitalismo selvagem.
Para os jovens que lutam para enriquecer, a confiança nas instituições e a confiança entre indivíduos e entre diferentes gerações está sendo erodida.
Um dos mais importantes filósofos da religião no país, o professor He Guanghu, da Universidade Renmin, em Pequim, disse que para essas pessoas, o culto aos bens materiais tornou-se o único propósito de suas vidas.
“Acho muito natural que muitas outras pessoas não se satisfaçam (…) e saiam em busca de algum significado para suas vidas”, disse He Guanghu.
“Por isso, quando o cristianismo entra em suas vidas, elas o agarram com força”.

 Fonte:GospelMais

Cinco Visões de Santificação

Vejas as cincos visões de santificação( Wesleyana, Reformada, Pentecostal, Keswick e Agostiniana) que compartilho com você do Site Personaret.


Wesleyana
Ponto Inicial
A santificação começa na conversão (novo nascimento), quando a pessoa responde a graça preveniente para a salvação.
Obra de Deus
A santificação é uma obra da graça. O Espírito Santo trabalha para regenerar o coração do crente, da rebelião para o amor incondicional. Após a salvação (resposta do homem a graça preveniente), Deus dá ao homem graça santificante para fazê-lo evitar o pecado deliberado.
Responsabilidade do Homem
A obrigação do homem é seguir a vontade de Deus. Ele deve ser santo (1Pe 15-16) e revestido do “novo homem” (Ef 4.22,24). Pode perder a sua salvação pela contínua desobediência a Deus. O cristão deve “cumprir a lei com base na fé”.
Efeito da Santificação
A santificação produz amor em ação. O homem está livre do poder da lei. O Espírito Santo comunica a natureza de Deus aos crentes e os concede uma vida de amor; dando-lhes um novo coração, fazendo-os amar ao invés de desobedecer.
Extensão da Santificação
O cristão deve chegar a um ponto onde não peca deliberadamente contra Deus. Assim, a luta entre o bem e o mal cessa. Este é um estado de "inteira santificação". Somente na segunda vinda de Cristo o crente será perfeito em termos de falhas desconhecidas.

Reformada
Ponto Inicial
A santificação começa na conversão através da fé salvífica.
Obra de Deus
Deus nos renova à sua imagem, nos conformando a Cristo (Rm 8.29). Isto é um processo contínuo, no qual o Espírito Santo opera em nós (2Co 3.18).
Responsabilidade do Homem
O homem deve seguir o exemplo de Cristo. Ele deve servir aos membros do corpo de Cristo (Jo 13.14-15). Ele também deve se revestir do mesmo sentimento de Cristo (Fp 2.5-11). O homem deve cooperar com a obra de Deus nele, expressando gratidão pela salvação.
Efeito da Santificação
O cristão não tem mais o seu velho homem, que foi crucificado (Rm 6.6). Através da santificação, o cristão é verdadeiramente uma nova criatura, embora não seja totalmente uma nova pessoa. A santificação continua ao longo da sua vida, pela qual a pessoa é renovada. Por exemplo, a pessoa é capaz de resistir ao pecado. Também, Deus transforma o crente a sua imagem (Rm 8.29).
Extensão da Santificação
Pela santificação, o crente se torna mais parecido com Cristo. No entanto, a perfeição não é alcançada nesta vida. O crente deve continuar a lutar contra o pecado enquanto viver. (Gl 5.16-17).

Pentecostal
Ponto Inicial
Pentecostais holiness acreditam que a segunda obra do Espírito santifica o crente numa experiência de crise pelo qual o pecado original é removido. Outros pentecostais (Assembleia de Deus, etc.) entendem que os crentes após receberem a salvação, podem receber também o Batismo no E.S. e começar uma vida de crescimento espiritual. Esta última obra do Espírito é contínua e não uma única experiência de crise.
Obra de Deus
Deus concede o Batismo no E.S (obra inicial da santificação) para produzir o crescimento. O sangue de Cristo nos purifica do pecado continuamente (1Jo 1.7). A Palavra de Deus também produz santificação no crente.
Responsabilidade do Homem
O homem deve cooperar com o Espírito Santo, dedicando-se a Deus (Rm 12.1-2). Devemos obedecer constantemente a Deus. Isto envolve mortificar as coisas pecaminosas que pertencem a nossa natureza terrena (1Ts 4.3-4).
Efeito da Santificação
A santificação é tanto instantânea quanto progressiva. A santificação é instantânea na medida em que coloca o crente sem pecado diante de Deus (Cl 2.11-12). A santificação também é progressiva na medida em que Deus continua a nos purificar do pecado (1Jo 1.7).
Extensão da Santificação
O objetivo da santificação é a “inteira santificação”, pela qual o crente alcança o “sincero desejo e determinação para fazer a vontade de Deus”. O crente ainda é tentado e ainda mantém a sua velha natureza por toda a vida terrena.



Keswick
Ponto Inicial
A santificação começa após o ato de crer (na salvação).
Obra de Deus
Deus (Pai, Filho e Espírito Santo) vem viver com o crente, e o renova à imagem de Deus.
Responsabilidade do Homem
O homem deve viver no Espírito para receber toda a plenitude de Deus (Ef 3.19). O principal objetivo da vida cristã deve ser um relacionamento íntimo com Deus.
Efeito da Santificação
Um cristão “normal” (sendo santificado) deve se manter vitorioso sobre o pecado conhecido. A antiga natureza não foi erradicada, mas é equilibrada pela obra do Espírito Santo no crente. Santificação é tanto instantânea como experimental. O homem ainda é influenciado pelo pecado, mas não está necessariamente sobre o seu controle. O homem tem um novo potencial – a capacidade de escolher o certo e fazê-lo consistentemente.
Extensão da Santificação
O crente não alcançará a perfeição nesta vida, mas deve experimentar consistente sucesso na superação do pecado. Uma vida cristã deve ser controlada pelo Espírito Santo. A Total Santificação não acontecerá até a segunda vinda de Cristo (1Jo 3.2).

Agostiniana - Dispensacional
Ponto Inicial
A santificação começa no momento da conversão (fé salvífica).
Obra de Deus
Na regeneração, Deus prepara o indivíduo para uma santificação experimental. O batismo do Espírito Santo insere o crente no corpo de Cristo, capacitando o crente a seguir Cristo. O Espírito habita em todos os crentes e também enche aqueles que se rendem a ele de bom grado. Por causa da habitação do Espírito, o cristão pode crescer em santificação.
Responsabilidade do Homem
O homem é responsável por andar no Espírito (continuamente dependente do poder do Espírito). Usando o poder de Deus, os cristãos devem evitar o pecado, que entristece o Espírito que nele habita. Devemos estar dispostos a seguir a vontade e a direção de Deus para as nossas vidas. Os crentes de hoje devem refletir a santidade de Deus como exemplo da Sua graça.
Efeito da Santificação
O cristão possui duas naturezas: a carne e o espírito, que se opõem entre si (Rm 7). As duas naturezas no homem são paralelas às duas naturezas de Cristo (humana e divina). O crente recebe um “novo homem”, que consiste em uma nova vida que brota da sua nova natureza (Cl 3.9-10).
Extensão da Santificação
Cristãos não receberão a perfeição final até estarem nos Céus (Ef 5.25-27; 1Jo 3.2).
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NOTA: Grande parte do gráfico acima foi elaborado à partir de Charts of Christian Theology and Doctrine por H. Wayne House, Zondervan.
Fonte: Personaret