quinta-feira, 30 de abril de 2015

Como me tornar um missionário?



A vocação de Deus é incontestável e irresistível. Incontestável, pois Ele, ao vocacionar, o faz de forma clara e nada mais enche o coração. Irresistível pela abordagem, pois quando Deus vocaciona, tudo nos impele a segui-Lo.
Chamado e vocação são termos correlatos na Palavra de Deus e derivam da expressão kaleo – chamar. Em todo o Novo Testamento vemos que Ele chama para a salvação (2 Pe 1.10), para a liberdade (Gl 5.13), para sermos de Jesus Cristo (Rm 16) e para a ceia das bodas do Cordeiro (Ap 199). Todo chamado se dá segundo o Seu propósito (Rm 8.28) e somos encorajados a permanecer firmes no chamado (1 Co 7.20), andar de forma digna da nossa vocação (Ef 4.1) e a vivê-la junto com outros igualmente chamados em Cristo (Ef 4.4).
O chamado de Deus não é uma prerrogativa do Novo Testamento. Deus, ao longo da história, chamou o Seu povo para o Seu propósito. Israel é chamado para ser bênção entre as nações (Gn 12.2) e para anunciar a salvação e a glória do Senhor (Sl 96.3). Em Isaías, o Senhor fala sobre “todos os que são chamados pelo meu nome”, também menciona que foram criados “para a minha glória” (Is 43.7). Antes de tudo, é preciso compreender que, em Cristo Jesus, todos somos vocacionados (1 Pe 2.9-10). A Palavra deixa isso bem claro ao expor que somos vocacionados para a salvação, para as boas obras, para a santidade e para a missão. Ou seja, nascemos em Cristo Jesus com um propósito. Não estamos neste mundo de forma aleatória e descomprometida. Fomos salvos em Cristo para fazer diferença – sendo sal e luz – e cumprir o chamado de Deus. E, dentre todas, a nossa maior vocação é glorificar o nome de Deus Pai (Rm 16.25-27).
Encontramos também na Palavra de Deus a vocação ao ministério, para uma função específica no Reino do Senhor. Trata-se daqueles que são separados por Deus para uma ação específica e funcional em Sua igreja. Escrevendo aos Romanos, Paulo se apresenta como “servo de Jesus Cristo, chamado para ser apóstolo, separado para o evangelho de Deus” (Rm 1.1), expressando que é servo de Cristo, porém, com um chamado ministerial específico: ser apóstolo.Ele afirma ser “servo” – doulos – escravo comprado pelo sangue do Cordeiro, liberto das cadeias do pecado e da morte e, apesar de livre, cativo pelo Senhor que o libertou. Afirma também ser chamado para ser “apóstolo”, demonstrando que alguns servos podem ser chamados ao apostolado, porém, não há apóstolos que não sejam primeiramente servos.
Em Efésios 4:11, entendemos que o Senhor Jesus chama, dentre todos na igreja, “alguns” para serem apóstolos, profetas, pastores, evangelistas e mestres, ou seja, para funções específicas de trabalho. Quem nós somos – nosso chamado em Cristo – é mais determinador para nosso ministério do que para onde iremos. Não há na Palavra um chamado geográfico (para a China, Índia ou Japão), ou mesmo étnico (para os indígenas, africanos etc.), mas um chamado funcional, para se fazer alguma coisa. Na exposição aos Efésios, Paulo afirma que alguns foram chamados para ser apóstolos, ou “a pedrinha lançada bem longe”, na expressão de John Knox. São aqueles que vão aonde a igreja ainda não chegou. Há os profetas, que falam da parte de Deus e comunicam Sua verdade. Há os chamados para serem pastores, que amam e cuidam do rebanho de Cristo, que amam estar com o povo de Deus e se realizam ministerialmente cuidando desse povo. Há os evangelistas, que são aqui os “modeladores” do Evangelho, ou seja, os discipuladores. São os irmãos que fazem um trabalho nos bastidores, de discipulado, extremamente relevante para o Reino, o crescimento e amadurecimento da igreja. Por fim os mestres, que ensinam a Palavra de forma clara e transformadora, são os que leem a Palavra e a expõem de forma tão clara que marcam vidas e corações.
Na dinâmica do chamado há certamente uma direção geográfica. Se alguém possui convicção de que Deus o quer na Índia, isso significa que há uma direção geográfica de Deus, não um chamado ministerial. Mas, notem: a direção geográfica muda, e mudou diversas vezes na vida de Paulo. O chamado, porém, permanece. Paulo foi chamado para os gentios, como por vezes expressa (At.13:1-3). Era uma força de expressão para seu perfil missionário, pois, com exceção dos judeus, todo o mundo era gentílico. Assim, ele expressa em Romanos 15.20 a prioridade geográfica do ministério da Igreja: “onde Cristo ainda não foi anunciado”. Na época, prioritariamente entre os gentios. Hoje, porém, pode ser perto e pode ser longe. Uma pessoa, de qualquer língua, raça, povo ou nação, que ainda não tenha ouvido as maravilhas do Evangelho, é a prioridade de Deus para a obra missionária.
Percebo algumas crises entre os vocacionados no Brasil. As principais talvez sejam de compreensão, discernimento e ação. A crise de compreensão se estabelece à medida que não entendemos, na Palavra de Deus, que somos todos vocacionados para servir a Cristo. Assim, relegamos o trabalho aos que possuem um chamado ministerial específico. Outras vezes, por associarmos o chamado puramente a títulos ou posições eclesiásticas, esquecendo que fomos todos chamados em Cristo para a vida no Espírito e para o trabalho na missão.
A crise de discernimento nasce quando não fazemos clara distinção entre o chamado universal e o chamado ministerial específico. Podemos passar a vida frustrados em qualquer lado do muro se não buscarmos discernimento vocacional. Esse discernimento é encontrado primeiramente na Palavra, estudando o que a Bíblia nos ensina sobre vocação. Em segundo lugar, caso haja uma convicção de chamado ministerial específico, associando-nos ao trabalho da igreja e passando nossa vocação pelo crivo dessa experiência. Por fim, precisamos buscar ao Senhor em oração especialmente para saber qual será o próximo passo. Deus, geralmente, só nos mostra o próximo passo.
A terceira crise que percebo é de ação. Há um número grande de irmãos e irmãs com clara compreensão bíblica sobre a vocação, claro discernimento sobre os passos a serem dados, mas nunca os dão. Para alguns, esse passo é um envolvimento maior com o ministério da igreja local. Para outros, é seguir para um centro de treinamento bíblico e missionário ou participar de um estágio ministerial. O importante é perceber que, em algum momento ao longo da convicção de um chamado ministerial, é preciso dar um passo.
Somos, portanto, todos vocacionados em Cristo para servir a Deus e glorificar o Seu Nome. Alguns são vocacionados, também em Cristo, para funções específicas – ministeriais – para o encorajamento da igreja e expansão do Evangelho no mundo. Em qualquer situação, a nossa vocação é um privilégio. Na verdade, talvez seja o nosso maior privilégio, bem como o nosso maior desafio.
PRIMEIRO PASSO
Se você considera-se chamado por Deus e gostaria de auxílio para compreender melhor sua vocação e dar passos seguros em direção ao efetivo cumprimento da mesma, queremos apoiá-lo, buscando juntos pelos direcionamentos do Senhor.
Para isso, como primeiro passo, pedimos que compartilhe conosco as informações abaixo, copiando as questões, respondendo e enviando-as por e-mail para contato@povoselinguas.com.br. Assim poderemos orar por você e apoiá-lo com mais objetividade. Todas as informações permanecerão em sigilo e não serão compartilhadas com ninguém sem o seu consentimento.
Após essa apresentação inicial, faremos um contato individual com você para um bate-papo mais direcionado! Estamos juntos nessa caminhada!!!
QUESTIONÁRIO DE CONTATO INICIAL
  • 1) Nome completo
  • 2) Endereço residencial
  • 3) Data de nascimento
  • 4) Estado civil
  • 5) Tem filhos? Por favor cite sua(s) idade(s)
  • 6) Tempo de conversão
  • 7) Igreja da qual é membro
  • 8) Se não é membro de nenhuma igreja local, por favor compartilhe o motivo
  • 9) Atividade prfissional que exerce atualmente
  • 10) Grau de escolaridade
  • 11) Formação profissional / acadêmica
  • 12) Formação teológica / missiológica formal
  • 13) Você possui algum talento ou qualificação que, na sua compreensão, podem ser utilizados como suporte em algum projeto missionário? Quais? (Ex: Habildades manuais, domínio de um instrumento musical ou outras manifestações artísticas etc)
  • 14) Exerce atualmente algum ministério específico, dentro ou fora da igreja local? Qual(is)?
  • 15) Quais ministérios você já exerceu ou esteve diretamente envolvido?
  • 16) Você crê que está exercendo plenamente sua vocação a serviço do Reino de Deus? Se não, compartilhe os motivos
  • 17) Caso tenha respondido negativamente a questão anterior, quais os principais fatores, na sua compreensão, que o impedem atualmente de exercer plenamente sua vocação a serviço do Reino?
  • 18) No seu entendimento atual, qual deve ser sua principal atuação no Reino de Deus? Fale também sobre suas contribuições secundáras (Procure ser específico)
  • 19) Que tipo de auxílio você espera/gostaria de receber para dar os passos necessários em direção ao efetivo cumprimento da sua vocação?
  • 20) Qual sua disponibilidade atual de tempo para dedicação ao treinamento ministerial?
  • 21) Você tem disponibilidade financeira para arcar com possívei despesa relativas ao trenamento ministerial, utilizando recursos próprios ou apoiado por mantendores (igreja local ou outros)?
  • 22) Sua igreja local possui um programa de treinamento vocacional e formação missionária do qual você pode participar? Fale um puco a respeito
  • 23) Na sua visão, o que diferencia uma carreira profissional de uma carreira ministerial?

Envie seu questionário para contato@povoselinguas.com.br, para que possamos acompanhá-lo(a) e orientá-lo(a) quanto ao seu despertamento vocacional.
Conheça o INSTITUTO ANTROPOS
Por Ronaldo Lidório  via Povos e Linguas

terça-feira, 28 de abril de 2015

Como ajudar as vitimas no Nepal #pelascriançasdonepal



Aqui uma lista de instituições e missionários que você pode ajudar para as vitimas na tragedia no Nepal que morreu mais de 4 mil pessoas,


Visão Mundial

Faça sua doação para a Visão Mundial e faça a diferença #pelascriançasdonepal
Banco do Brasil 
Ag.: 3392-8
CC: 98.000-5
CNPJ: 18.732.628/0001-47


segunda-feira, 27 de abril de 2015

Número de muçulmanos que se convertem ao cristianismo aumenta em Berlim

Grupo de muçulmanos convertidos ao cristianismo e batizados em Berlim - Graça Magalhães-Ruether / graça magalhães-ruether

A Igreja da Trindade, evangélica luterana, não é a única da Alemanha que registra um movimento contra a corrente. Em todo o país, milhares de muçulmanos converteram-se ao cristianismo nos últimos anos. Segundo Gottfried Martens, de 52 anos, quanto maior é o debate sobre o fundamentalismo e o jihadismo na mídia, maior é também o interesse de jovens muçulmanos pelas religiões cristãs

Como não consegue mais atender à demanda de todos os interessados, o pastor Martens, que batizou 350 muçulmanos no ano passado, pediu ajuda de paróquias vizinhas, que passaram a abrir mais espaço para receber os novos cristãos.

Cada um tem uma história diferente para contar, mas há um elemento em comum: uma situação de conflito extremo. O iraniano Elia Hosseini, de 20 anos, sofreu na adolescência uma opressão dupla — da polícia religiosa e do próprio pai, um muçulmano fundamentalista que teria tentado assassinar o filho por não tolerar os contatos que este tinha com cristãos.

— Ser cristão significa para mim ter a sensação da mais profunda liberdade — diz o iraniano, que todo domingo frequenta a igreja de Steglitz.
Em Berlim, os novos cristãos preferem a igreja luterana, que tem liturgias mais festivas, com mais músicas sacras e um sermão mais longo. Mas também igrejas católicas do Ocidente do país, como em Colônia, registram um grande interesse de muçulmanos pela conversão.

Talvez influenciado pela própria experiência, Hosseini diz que o cristianismo é a religião da alegria, enquanto o Islã é uma religião triste.

— Aqui em Berlim, as pessoas sorriem quando cantam na liturgia; já nas mesquitas do Irã, eu só tinha vontade de chorar — lembra ele.

O jovem iraniano ressalta, porém, que o problema não é a religião em si:

— O problema é como a religião nos países islâmicos é instrumentalizada como parte do sistema de opressão. Uma religião que deixa as pessoas decidirem livremente se vão ou não à igreja, quais alimentos ou bebidas consomem, é um enriquecimento espiritual e não uma limitação da vida. Já o Islã é frequentemente o oposto.

Segundo o pastor Martens, as entidades islâmicas, como o Conselho Central dos Muçulmanos da Alemanha, reagem com tolerância. Mas muitos dos convertidos são alvo de agressões de outros muçulmanos. Sobretudo os convertidos que moram no bairro de Neukölln, no Sul de Berlim, onde vivem mais muçulmanos, fundamentalistas e imãs pregadores da inimizade entre as religiões, os homens e mulheres jovens mantém sigilo absoluto de que foram batizados como medida da própria segurança


Com informações do O Globo


Ateus criam igreja para adorar ao “deus Bacon”


O nivel de insanidade está chegando ao seu limite, Em sua presunção o ímpio não o busca; não há lugar para Deus em nenhum dos seus planos.  Salmos 10:4
O ateísmo é uma tolice diz a bíblia que surge do coração pecaminoso do homem.     O ser humano nunca deixarão de crer em algo, eles sempre estão em busca de Deus, de sentido, de propósito, de vida eterna. Mesmo os ateus adoram deuses como o orgulho, dinheiro, fama e agora o Bacon

Bacon é um dos alimentos preferidos dos americanos, tanto é que foi criada a Igreja Unida do Bacon, onde ateus veneram o pedaço de carne. Segundo a instituição há pelo menos 4.000 seguidores da igreja em todo o mundo, tendo como sede um espaço localizado em Las Vegas, nos Estados Unidos.
A Igreja Unida do Bacon foi criada em 2010 e está devidamente legalizada, seus fundadores são os ateus John Whiteside e Johnny Monsarrat que se apresentam como Profeta Bacon e líder da Doutrina Bacon, respectivamente.
Os frequentadores dessa associação adoram ao deus Bacon e comparam o pedaço de carne com a hóstia da igreja católica dizendo que ela é mais real que o produto feito com farinha e água.
Eles imitam o cristianismo apresentando 9 Bacon Mandamentos e afirmam que a ideia era ter 10 mandamentos, porém faltou espaço nas tábuas para escrever o último deles.
Entre eles encontramos “seja ético” e “seja bom”, “divirta-se”. Outro mandamento pede para que os fiéis do bacon lutem contra a discriminação aos ateus.
Para se mostrarem superiores, eles não aceitam doações – uma crítica ao dízimo arrecadado nas igrejas – pedindo apenas que seus fiéis contribuam com algumas instituições de caridade que os líderes da Igreja Unida do Bacon recomendam.
Outra forma de se mostrarem melhores que os cristãos, como se fosse uma guerra para provar quem tem ética e quem não tem, os líderes não cobram para celebrar casamentos e aceitam todas as pessoas, sem discriminação.
Com informações de Gospelprime e United Church Bacon

domingo, 26 de abril de 2015

Terremoto Atinge Nepal e India #Fotos




Um forte terremoto de magnitude 7,8 estremeceu neste sábado (25) o Nepal e a Índia, informou o Instituto de Geofísica dos Estados Unidos (USGS). Pelo menos 1.457 mortes em decorrência do tremor de terra já foram confirmadas, além de danos materiais em casas, prédios, templos e monumentos. 

O tremor de terra, que teria durado entre 30 segundos e dois minutos derrubando a histórica torre Dharahara, no Nepal, uma das maiores atrações turísticas da cidade, não resistiu aos abalos e seus nove andares vieram abaixo, deixando uma montanha de escombros. 

Na Índia, pelo menos 26 mortes foram confirmadas devido ao desabamento de casas estremecidas pelo terremoto, principalmente no Estado oriental de Bihar. om Os tremores também foram sentidos no Paquistão, em Bangladesh, no Tibete e no Monte Everest, segundo a BBC. De acordo com a agência de notícias EFE, pelo menos onze pessoas também teriam morrido na China em consequência do terremoto. 

O epicentro do terremoto se situou 77 km a noroeste da cidade de Katmandu, com uma magnitude de 7,9 (inicialmente avaliada em 7,5) e uma profundidade de 15 km, segundo o Instituto de Geofísica dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês). 

Foi o pior tremor a atingir o Nepal desde 1934, quando um terremoto matou cerca de 8,5 mil pessoas

O forte terremoto desencadeou uma avalanche no Monte Everest. Segundo uma autoridade do Ministério do Turismo local, são ao menos 10 mortos. "O número de vítimas pode subir e incluir estrangeiros", disse à agência Reuters. 

Em 2011, um tremor de magnitude 6,9 atingiu o nordeste da Índia, e alcançou o Nepal, com um saldo de 110 mortos. 

O Paquistão enviou quatro aviões militares com 30 leitos hospitalares, além de médicos e especialistas, equipes de resgate, 2 mil refeições, 200 barracas e 600 cobertores.
O Reino Unido está enviando uma equipe de oito especialistas em desastres.
A Noruega doará US$3,9 milhões (R$11,7 milhões). Alemanha, Espanha, França, Israel e a União Europeia também afirmam que auxiliarão o país.

Oremos para que o Espírito Santo conforte os corações daqueles que perderam familiares e amigos, e que restaure as forças de todos que perderam bens materiais.

Fotos








Com informações G1, Portal Terra,  Pulpito Cristão e BBC 


quarta-feira, 22 de abril de 2015

Uma mensagem do Povo da Cruz #video




A Message from the People of the Cross to ISIS (Português, Inglês e Árabe)

Uma Mensagem do Povo da Cruz para o Estado Islâmico
A Message from the People of the Cross to ISIS
رسالة من شعب الصليب الى داعش

"Mas eu lhes digo: Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem", Jesus.
"But I tell you, love your enemies and pray for those who persecute you", Jesus.
"واما انا فاقول لكم احبوا اعداءكم. باركوا لاعنيكم. احسنوا الى مبغضيكم. وصلّوا لاجل الذين يسيئون اليكم ويطردونكم".
يسوع

Retirado de:
https://www.youtube.com/watch?v=uSv4v...

Carta do Povo de Cruz para ISIS
O mundo está falando sobre você
Seus sonhos apocalípticos e pecados espetaculares
Agora estão despertando o Oriente Médio
Em sua guerra santa, vem a terra santa
Venha filhos de Abraão vir
O povo da cruz reúne em suas portas com uma mensagem.

O amor está vindo atrás de você.
Como uma onda de pastejo vento sobre o Pacífico
De colinas do Monte das Oliveiras para os ventos do deserto da Jordânia
A partir dos cedros do Líbano para as estradas de seda do Oriente
Um exército vem. Sem tanques ou soldados
Mas um exército de mártires fiéis até a morte
Levar uma mensagem de vida
O povo da cruz
Vem a morrer em seus portões.
Se você não vai ouvir a nossa mensagem com palavras
Então, vamos mostrar-lhe com as nossas vidas
Deitado.

Para cada garganta você mastiga e cada mulher que você estuprar
Para cada homem que você queima e cada criança você virar pó
Há sangue em suas mãos, irmãos.

Mas Venha Irmãos Venha!

Venha com seus mãos manchadas de sangue,
Venha com seus olhos cheios de homicídio para o povo da Cruz,
Venha colocar suas armas e suas facas ao pé da cruz
Um amor que está atrasado e esmagadora
Respira através de suas cidades.

Ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata
Eles podem ser lavados brancos como a neve
Embora você chamar-vos servos
Ele vai fazer você em Sons
Onde você pode executar a partir de seu amor?
Mesmo as trevas não podem escondê-la.

Venha Irmãos Venha

Há o som de uma chuva correndo
Para remover os seus pecados e vincular os seus ferimentos
Você morre por seu deus, mas o nosso Deus morreu por nós
O Rei dos Reis vem a ser o cordeiro sacrificial.

Morto no altar onde deveria ter sido
Jesus Cristo, Isa Al Masih
Percorre o Oriente Médio
Há hoje à noite perdão oh irmão
Há cura para os seus pecados oh irmão
Nós não somos diferentes.
Além de Cristo, não somos melhores do que o pior jihadista
Cristo foi crucificado uma vez. e para Todos.
Para fazer com que os pecadores como você e eu em irmãos
Até você.
Até agora.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

O que é Adoração ?



"Verdadeiros adoradores que adoram o Pai em espírito e em verdade" (Jo 4.23).

Quem são os verdadeiros adoradores? 

Paulo afirmou que a verdadeira adoração é aquela que se oferece a Deus pelo Espírito, não confiando na carne mas gloriando-se em Cristo Jesus (Fp 3.3).
Adoração é de coração sincero

"Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens" (Mc 7.6,7)

Percebe-se então que adorar a Deus requer que, aquele que se aproxima do Senhor para adorá-lo, guarde-se de uma vida pecaminosa, indiferente aos Seus mandamentos, porquanto sua adoração será sem sentido; será uma falsa adoração, mesmo que os atos sejam perfeitos. Se Deus quer verdadeiros adoradores,

A adoração em espírito e em verdade exige o temor de Deus
"Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza tanto da carne, como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus" (2 Co 7.1)
· Adorar Significa Render-se (proskunēsis)
· Adorar Significa Servir (latreuseis)
"Ao Senhor, teu Deus adorarás, (proskunēsis) e só a ele darás culto (latreuseis) (Mt 4.10)

Versículos para meditação
(Mateus 6.24, Romanos 12.1, Mateus 15.9; Marcos 7.7, João 9.31)

Adoração requer uma reverente preocupação com o que agrada a Deus. Viver para o diabo, despreocupado se nosso Pai aceita ou não nosso comportamento, não pode ser a atitude do verdadeiro adorador.

Obstáculos a adoração

· Rotina (Is 1.14)
· Falta de sinceridade e verdade (Ap 3.1)
· Mundanismo (2 Tm 4.10)
· O Pecado Não Confessado (Salmos 66.18)
· A Preguiça e a Negligência (Is 40.30)

Sabendo de tudo isso então adoremos ao Único e verdadeiro Deus como verdadeiros adoradores

Bibliografia sobre Adoração


Adoração bíblica - Os fundamentos da verdadeira adoração - Russel Shedd
Adoração na igreja primitiva - 2ª Ed. Revisada - Ralph P. Martin
Adoração: a prioridade suprema - John MacArthur
Serviço como adoração - Nate Palmer
Adoração e Avivamento Adhemar de Campos
O culto espiritual Augustus Nicodemus Lopes
O culto segundo Deus Augustus Nicodemus Lopes


O Evangelho aos Muçulmanos: Um embate de cosmovisões



Por Thabiti Anyabwile 
Às vezes minha família tenta me surpreender. Mas, geralmente, sou capaz de estragar as surpresas antes dos presentes serem dados… ou posso fingir que não me importo quando não adivinho de antemão.
É um mau hábito, realmente. Eu não o recomendaria. Frustra a minha esposa quando chega o momento de dar o presente. Minha filha mais nova tem assumido um pouco dessa tendência. Temo que ela perca muito da maravilha que há na vida porque seu pai é uma pessoa mal-humorada.
Às vezes, no entanto, sou surpreendido pelo inesperado – como aconteceu em dois debates recentes com apologistas muçulmanos. Em ambas as ocasiões, um inquiridor levantou uma pergunta sobre a criação do homem e a existência do pecado. E, em ambas as ocasiões, fiquei boquiaberto com a resposta que meus oponentes muçulmanos deram à pergunta.
No primeiro debate, o apologista muçulmano afirmou que os cristãos não entendem o relato de Gênesis sobre a criação de Adão e Eva. Ele insistiu em que Adão – e, por consequência, nenhum profeta de Deus – jamais pecou. “Eles cometeram alguns erros”, ele admitiu, “mas os profetas são livres de pecado”.
Até mesmo metade do auditório, predominantemente muçulmano, inclinou as costas em admiração.
No segundo debate, o jovem muçulmano se embaraçava enquanto explicava que Deus não exige perfeição de nós porque nos fez com um defeito sério. De novo, um silêncio meditativo tomou conta do auditório enquanto ponderavam nas implicações desta afirmação. Pedi esclarecimento: “Você está dizendo que Deus nos fez pecadores?”
De novo, o embaraço. “Estou dizendo”, ele replicou, “que é injusto da parte de Deus fazer-nos desta maneira e esperar perfeição de nós. Portanto, Deus não espera perfeição de pessoas que ele fez desta maneira”.

Repousando Levemente na Consciência Muçulmana

A reposta dos dois palestrantes muçulmanos revela diferenças significativas entre muçulmanos e cristãos em seu ponto de vista sobre a humanidade. Embora muçulmanos e cristãos concordem que o homem é um ser criado, que deve adoração e obediência a Deus, eles diferem, de várias maneiras, em seu ponto de vista sobre o homem e o pecado. A fim de comunicar o evangelho e a necessidade de aceitar o Salvador, os cristãos precisam entender essas diferenças.
Aqui estão quatro perguntas sobre a humanidade que um cristão e um muçulmano responderiam de maneira diferente.

As pessoas são criadas à imagem e semelhança de Deus?

Os cristãos creem que Deus criou a humanidade à sua própria imagem e semelhança (Gn 1.26-27). Consequentemente, a humanidade reflete algo da glória de Deus de modo singular. A humanidade – tanto homens quanto mulheres – forma o clímax da criação de Deus, e é dotada de capacidades que a separa do resto da criação. Ser feito à imagem de Deus investe o homem de imensurável dignidade, provendo a base para a ética social que inclui desde o nosso falar uns com os outros (Tg 3.10-11) até a proibição de assassinato e o uso de sentenças de morte judiciais (Gn 9.5-6).
Os muçulmanos rejeitam a ideia de que o homem é criado à imagem e semelhança de Deus. O islamismo ensina que Alá é totalmente distinto de sua criação. Nada na criação compartilha a glória ou a semelhança de Alá. E, contrastando a ideia de ser achado “bom” nesta criação, o Alcorão ensina que o homem foi feito com uma fraqueza (Sura 4:28).

Onde se origina o pecado?

Muçulmanos e cristãos também diferem quanto à origem e ao significado do pecado. A Bíblia ensina que Adão, representando toda a humanidade, cometeu o primeiro pecado quando transgrediu o mandamento de Deus sobre não comer da árvore do conhecimento do bem e do mal (Gn 2.16-17; 3). Quando Adão cometeu aquele pecado, toda a humanidade caiu com ele. “Assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Rm 5.12). A Bíblia prossegue e diz que, por consequência, “veio o juízo sobre todos os homens para condenação” e “pela desobediência de um só homem, muitos se tornaram pecadores” (Rm 5.18-19).
A desobediência de Adão produziu várias consequências trágicas. Primeiramente, o pecado introduziu a morte no mundo como a penalidade pela transgressão. Em segundo, o ato de Adão mergulhou consigo toda a humanidade no pecado e na condenação de Deus sobre todos os homens. Em terceiro, o pecado de Adão corrompeu profundamente a natureza da humanidade, de modo que o homem não somente peca, mas também é um pecador. De fato, o homem não é um pecador por causa de seus pecados; o homem peca porque, em seu âmago, é um pecador. O pecado não é apenas o que fazemos, é o que somos. E, por esta razão, a Bíblia ensina que o homem é escravo do pecado (Rm 6.6, 15-20; 7.25).
Mas o ponto de vista islâmico é bem diferente. O relato muçulmano da criação não inclui qualquer ênfase significativa quanto ao pecado de Adão ou quanto à queda da humanidade no pecado. Não é dito que Adão pecou contra Deus, e sim que ele cometeu um erro ético. Os muçulmanos consideram injusta a ideia de que o pecado de uma pessoa seja, de alguma maneira, atribuído a outra. O Alcorão ensina que “a responsabilidade de uma alma não pode ser transferida a outra” (Sura 6:164; 17:15; 35:18; 53:38).
Portanto, os muçulmanos negam o pecado original. A maioria deles define o pecado apenas como desobedecer à vontade de Alá. Essa desobediência vem da fraqueza e ignorância do homem, mas não de uma corrupção em sua natureza. Embora os eruditos muçulmanos discordem sobre como definir as categorias, os muçulmanos creem realmente em pecados maiores e menores.

O pecado ofende a Deus?

Outro aspecto em que cristãos e muçulmanos diferem é em seu entendimento sobre o objeto do pecado. Contra quem pecamos? Chawkat Moucarry resume proveitosamente o entendimento islâmico quando escreve: “O islamismo ensina que nossos pecados não podem ofender nosso Criador, que permanece muito acima de nós para ser diretamente inquietado por nossa desobediência”.[1] O Alcorão sustenta que o pecador “faz mal a si mesmo” (Sura 6:51).
A Bíblia, entretanto, ensina que nosso pecado é contra o próprio Deus. Em nosso pecado e natureza pecaminosa, demonstramos hostilidade a Deus, provando que somos inimigos alienados de Deus (Rm 5.10; Cl 1.21). Nosso pecado afronta pessoalmente a Deus. O rei Davi disse após seu adultério com Bate-Seba: “Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mau perante os teus olhos” (Sl 51.4). Em vez de ser insensivelmente não incomodado pelo pecado, Deus se entristece por ele (Gn 6.5-6). E, em sua justiça, Deus promete que não deixará o pecado sem punição (Êx 34.7), nem mesmo pecados não intencionais (Lv 4).

Quão sério é o nosso pecado?

Em face do que já abordamos, não devemos nos surpreender pelo pecado ser significativamente menos sério no ponto de vista muçulmano do que no ponto de vista cristão. O pecado repousa levemente na consciência muçulmana porque os muçulmanos veem o pecado primariamente como fraqueza e não como iniquidade, como transgressão geral e não como traição ímpia, não admitindo como o pecado desonra a Deus exatamente porque ocorre em e por aqueles que Deus criou à sua imagem. O pecado é uma ofensa tão horrorosa contra Deus que a única coisa que pode mitigar sua ira santa para conosco é o sacrifício de seu único filho (Rm 3.25).
Isto significa que uma das tarefas primárias que os cristãos têm ao compartilhar o evangelho é demonstrar a seriedade do pecado para todas as pessoas.

Fomentando urgência quanto ao perigo do pecado

Uma coisa que temos de fazer ao compartilhar o evangelho com nossos amigos muçulmanos é chamá-los a reagir urgentemente ao perigo e à corrupção do pecado. Enquanto continuarem a crer que Alá não é afrontado pelo pecado, não terão a motivação para arrependerem-se e confessarem. Os muçulmanos precisam ver que a Bíblia define o pecado como rebelião contra Deus, o que incorre na ira de Deus.
John Piper expressa algo sobre a tremenda urgência associada ao nosso pecado, a ira de Deus contra o pecado e o perigo da condenação eterna. Este deve ser nosso sentimento quando compartilhamos as gloriosas boas-novas do evangelho com nossos amigos muçulmanos:
Eu devo sentir a verdade sobre o inferno – que ele existe, é terrível e horrível, além do que possamos imaginar, para sempre e sempre. “Irão estes para o castigo eterno” (Mt 25.46). Ainda que eu entendesse o “lago de fogo” (Ap 20.15) ou a “fornalha acessa” (Mt 13.42) como um símbolo, seria confrontado com o terrível pensamento de que símbolos não são afirmações exageradas, e sim afirmações brandas, da realidade. Jesus não escolheu estas figuras para nos dizer que o inferno é mais tranquilo do que o ardor do fogo. Devo sentir a verdade de que, se antes eu estava tão próximo do inferno quanto estou da cadeira na qual me sento – até mais próximo… suas visões eram as minhas visões. Eu era filho do inferno (Mt 23.15), um filho do Diabo (Jo 8.44) e filho da ira (Ef 2.3). Eu pertencia à raça de víboras (Mt 3.7), estava sem esperança e sem Deus (Ef 2.12). Devo crer que, assim como um alpinista que, havendo escorregado, está pendurado pelos dedos sobre um abismo mortal, também antes eu estava pendurado sobre o inferno e a apenas uma batida de coração do tormento eterno. Digo-o lentamente: tormento eterno! Devo sentir a verdade de que a ira de Deus permanecia sobre a minha cabeça (Jo 3.36). A face de Deus estava contra mim (Sl 34.16); ele me odiava em meus pecados (Sl 5.5). A maldição e a ira de Deus eram a minha porção (Gl 3.10). O inferno não foi imposto a Deus por Satanás. Era o plano e a designação de Deus para pessoas como eu (Mt 25.41). Devo sentir em meu coração que toda a justiça do universo estava do lado de Deus e contra mim. Eu era totalmente corrompido e culpado, e Deus foi perfeitamente justo em sua sentença (Sl 51.4; Rm 3.4).[2]
Você sente a verdade e os horrores do inferno quando pensa em compartilhar com os outros as boas-novas da salvação de Deus? Quão frequentemente você pensa na realidade de que antes era filho do inferno, destinado à ira de Deus? Até um versículo popular como João 3.16 – agora amplamente sentimentalizado pelas opiniões superficiais sobre o amor de Deus – fala de uma condenação já pronunciada, sob a qual todo o mundo está por causa do pecado.
O horror e a certeza do pecado devem nos afligir e motivar a compartilhar a verdade sobre o pecado e sua abominação com nossos amigos muçulmanos, os quais pensam brandamente sobre o pecado e suas consequências. Concordo com John Piper quando ele escreve: “Se eu não creio em meu coração nestas verdades terríveis – se não creio nelas de modo que sejam reais em meus sentimentos – então, o bendito amor de Deus em Cristo não brilhará de modo algum”.[3]

[1] Chawkat Moucarry, The Prophet and the Messiah: An Arab Christian’s Perspective on Islam and Christianity (Downers Grove, IL: InterVarsity, 2001), 99.
[2] John Piper, Brothers, We Are Not Professionals: (Nashville: Broadman and Holman, 2002), 114–15.
[3] Ibid., 115.

Thabiti Anyabwile é pastor da First Baptist Church, em Grand Cayman, nas Ilhas Cayman. O Rev. Anyabwile é preletor em conferências e autor de vários livros

domingo, 19 de abril de 2015

Pode um crente casar com um incrédulo?


O título pode parecer arcaico, mas é proposital.

Em primeira instância me parece que nessa questão, a postura relativista e democrática da Igreja em nada ajudou.

Começamos a suportar o fato, achando que o crente ganharia o descrente para Jesus, e por fim, salvo raríssimas exceções, perdemos gente boa para o mundo, e olhe lá se não foi com um casamento já acabado, envergonhando assim o evangelho.

Antes de registrar mais detalhes sobre o assunto observando minha experiência pastoral, quero reviver o conselho ministrado pelo Apóstolo Paulo à Igreja de Corinto:

Exortação à santidade
Ó coríntios, a nossa boca está aberta para vós, o nosso coração está dilatado. Não estais estreitados em nós; mas estais estreitados nos vossos próprios afetos. Ora, em recompensa disso (falo como a filhos), dilatai-vos também vós. Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. Pelo que saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei; e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-poderoso. 2º Coríntios 6: 11-18.

Analisemos que o apóstolo exorta a Igreja sobre esse assunto, tratando-o como uma questão de santidade, senão observe o título da passagem.

Vejamos que o apóstolo Pedro ao tratar do mesmo tema, coloca a OBEDIENCIA como uma espécie de ante sala da santidade, senão vejamos:

Exortação à santidade
Portanto, cingindo os lombos do vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que se vos ofereceu na revelação de Jesus Cristo, como filhos obedientes, não vos conformando com as concupiscências que antes havia em vossa ignorância; mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver, porquanto escrito está: Sede santos, porque eu sou santo. I Pedro 1: 15,16.

Não há o que se questionar. Obedecemos a Palavra ou estamos fora dela e não alcançamos a santidade.

Os tempos modernos trouxeram certa frouxidão na aplicação das disciplinas na Igreja. Isso favoreceu o relativismo e, como conseqüência surgiram os maus resultados na vida das ovelhas.

O que parece ser cômodo agora, ou seja, deixar que os crentes façam o que bem entendem, no afã de não contestá-los ou entristecê-los, com certeza trará sérios transtornos e prejuízos para eles mesmos no amanhã.

A Bíblia diz:

Não havendo profecia, o povo se corrompe; mas o que guarda a lei, esse é bem-aventurado. Provérbios 9: 18.

Quando a Igreja tratava esse assunto como uma questão de santidade e, portanto com severidade, qualquer jovem que insistisse em namorar com alguém de fora após ser aconselhado, ficava automaticamente suspenso da comunhão e de qualquer participação, mesmo as mais simples como cantar em grupos oficiais. Isso acontecia como disciplina corretiva. Quem tivesse maior interesse nas coisas de Deus, se consertava e ficava no seu lugar esperando no Senhor.

A partir do momento em que relativizamos o assunto, entendendo que cada caso é um caso, passamos a conviver com verdadeiros engodos no seio da Igreja.

Muitos, para não passarem a vergonha de não poderem ter suas cerimônias religiosas celebradas no templo, simularam conversões, batismos e até outras atitudes de seus futuros cônjuges, apenas “para inglês ver”. Depois de algum tempo, o que sobrou foi apenas a triste realidade dos fatos. Escândalos, separações e até mesmos jovens nascidos e criados no Evangelho, desviando-se dos caminhos do Senhor para manterem seus casamentos. Uma verdadeira miséria de caráter espiritual. O que começa errado, normalmente termina também errado.

JUGO DESIGUAL ALÉM DOS HORIZONTES DA FÉ.

Quando Paulo se refere ao JUGO DESIGUAL na questão da fé, deixa implícito que JUGO DESIGUAL é JUGO DESIGUAL em qualquer situação. Na condição de orientador espiritual, o apóstolo estava ensinando sobre o que lhe era pertinente, no entanto, o tema JUGO DESIGUAL, ultrapassa os horizontes da fé.

Ainda que entenda que nem todas as variantes deste assunto sejam uma tese concluída como o é no caso da fé, ainda assim considero essencial que jovens ou pessoas que pretendem se casar considerem com carinho as diversas situações possíveis de JUGO DESIGUAL. As mesmas poderão trazer sérias conseqüências futuras ao casamento, senão o próprio fim da relação conjugal.

A guisa de colaboração, registro algumas diferenças que podem ser problema até mesmo quando ambos confessam a mesma fé, como por exemplo: Condição financeira, cultura, grau de educação, currículo familiar, divergências ministeriais, diferença na idade e outras mais.

Quaisquer diferenças que possam trazer problemas são uma espécie de JUGO DESIGUAL, que deve ser colocado na mesa e na balança antes do casamento. É necessária uma conversa franca e aberta. Não se pode simplesmente “empurrar com a barriga”.

No início do relacionamento, tudo é tolerável, porém, oJUGO DESIGUAL nos casos que acima citei, não há como se resolver simplesmente com atração física. Com o passar do tempo, é natural que a química relacional se estabilize, e aí esse tipo de JUGO DESIGUAL só pode ser tolerado com muito AMOR. É necessário conviver com as diferenças. Por isso a hora de pesar os prós e os contras é exatamente antes do casamento.

Quanto à questão da fé não há o que se discutir.

A Bíblia diz:

NÃO.

E quem desobedece a Palavra de Deus em qualquer questão está em pecado.

Com carinho pastoral, no amor do Mestre,

Pr. Carlos Roberto