sábado, 30 de janeiro de 2016

Crer é também pensar - John Stott - Resenha

 
Esta é a resenha de um livro que, apesar de não ser lançamento, possui um conteúdo muito atual e acima de tudo relevante para os nossos dias e para nós como cristãos do século XXI.
“Crer é também pensar” foi escrito por John Stott (pastor e teólogo anglicano britânico, nascido em 27 de abril de 1921, e falecido em 27 de julho de 2011), e contém apenas 83 páginas.
Vou iniciar com um trecho contido na contra-capa do livro, e que resume a ideia central e a proposta final do autor:
“O que John Stott almejava combater quando apresentou a palestra que se tornou este livro, era o anti-intelectualismo cristão. A mensagem era direcionada principalmente aos ritualistas que valorizavam o desempenho da igreja em vez do pensamento, aos ativistas ecumênicos que consideravam a reforma social uma substituta da doutrina e aos evangélicos pentecostais que absolutizavam a experiência em detrimento da reflexão. Como solução, Stott clamava por equilíbrio: que a reflexão profunda viesse ao lado do ritual, do ativismo e da experiência.”
A partir daí, farei uma análise simples sobre cada um dos 4 capítulos presente nesta obra, citando alguns trechos que julguei dignos de serem destacados:
CAPÍTULO 1: CRISTIANISMO TOLO
Neste capítulo inicial, Stott fala de forma breve sobre a realidade contida em Romanos 10:2:
“Porque lhes dou testemunho de que têm zelo de Deus, mas não com entendimento.”
Muitos cristãos atuais creem erroneamente que a fé é oposta à razão. Como consequência óbvia, são levados por “todo vento de doutrina” (Efésios 4:14), pois não cultivam a prática do ‘pensar’ e ‘refletir’ a respeito de suas crenças, experiências e ações. Outros estão envolvidos em todo tipo de “prática cristã”, como projetos e ativismos em prol da causa da igreja, porém, com motivações erradas e distorcidas. São zelosos e prestativos, porém não possuem o real conhecimento a respeito daquilo que estão fazendo. Existem ainda os que deixam suas “experiências sobrenaturais” ditarem o que é verdade e o que deixa de ser. Para estes, a doutrina é o de menos. Esse é o “mal do anti-intelectualismo” citado por Stott, que diz que estas “são rotas de fuga para evitar a nossa responsabilidade dada por Deus de usar a mente de forma cristã.” e nomeia esse assunto de “a pobreza e o dano de um cristianismo tolo”. Caímos nestes erros pois temos nos alimentado de pregações rasas e superficiais, que no lugar de nos estimular a estudar e ponderar sobre as verdades eternas, nos motivam a sermos guiados por emoções e sentimentalismo barato.
O fato é: precisamos de um equilíbrio. Não devemos cair no extremo oposto e abraçar um “cristianismo acadêmico, frio e inexpressivo, mas uma devoção fervorosa, inflamada pela verdade.”
CAPÍTULO 2: POR QUE USAR NOSSA MENTE?
Neste segundo capítulo Stott aborda algumas razões (cristãs e seculares) segundos as quais devemos usar a mente. Segundo o argumento do autor, “as grandes doutrinas da criação, revelação, redenção e julgamento envolvem o fato de que o homem tem um dever inevitável tanto de pensar quanto de agir com base no que pensa e conhece.” E em cima disso o capítulo é desenvolvido.
Stott aborda 4 pontos:
  1. criação: Devemos nos atentar ao fato de que fomos criados com a capacidade de pensar e que devemos utilizar nossa racionalidade de forma sensata, prudente e honrosa.
  2. revelação: As formas como Deus se manifesta e se revela evidenciam a importância da nossa mente (tanto na natureza, quanto na Escritura e em Cristo).
  3. redenção: Deus traz salvação aos pecadores através da proclamação do evangelho (manifesta em palavras dirigidas à mente).
  4. julgamento: “Se algo está claro sobre o ensinamento bíblico a respeito do julgamento de Deus, é que ele nos julgará por nosso conhecimento e resposta (ou falta dele) à revelação”.
Com maestria, John Stott desenvolve o tema de forma que possamos entender com facilidade a importância da mente na nossa vida, e em todo momento fundamenta seus argumentos nas Escrituras, o que os torna confiáveis, e não meramente opiniões pessoais.
CAPÍTULO 3: A MENTE NA VIDA CRISTÃ
Bom, este é o penúltimo capítulo do livro e aqui Stott destaca 6 aspectos da vida cristã que se tornam impossíveis sem o uso da mente: adoração, fé, santidade, orientação, evangelismo e o ministério cristãos.
Posso destacar alguns pontos e ideias abordadas que, de fato, causam um impacto direto na nossa vida prática:
  1. Nossa adoração não pode ser irracional. Deve ser uma adoração ‘em verdade’ (João 4:24), e nosso amor ao Senhor deve ser ‘com todo entendimento’ (Lucas 10:27).
  2. O Saltério nos ensina que a definição básica de ‘louvor’ é: ‘Louvar o nome do Senhor’, ou ‘dar ao Senhor a glória devida ao seu nome’. O que louvamos? Tudo que Deus é e tudo que Deus faz. Como temos conhecimento de tais coisas? Usando a mente e estudando a Palavra de Deus.
  3. “Deus se revela a nós através da natureza e das Escrituras. Ao nos alimentarmos e meditarmos no Velho e do Novo Testamentos, podemos “responder em louvor e adoração” inteligentes. Nossa mente deve estar comprometida com a verdade de forma “íntegra e frutífera”.”
  4. A fé e a razão não são opostas, ao contrário, elas são compatíveis. A fé é reflexiva; não consiste em sentarmos em um banco esperando que coisas incríveis aconteçam conosco. Nossa fé é fundamentada no conhecimento que temos sobre as verdades de Deus e nosso evangelismo deve ser uma mensagem sólida e reflexiva, para que os ouvintes possam ter fé (vide Romanos 10).
CAPÍTULO 4: TRABALHANDO NOSSO CONHECIMENTO
Neste último capítulo, Stott aborda de forma objetiva, porém bem esclarecedora que todo o nosso conhecimento não é um fim em si mesmo. Não importa se possuímos muito conhecimento teológico ou se temos decorada a Bíblia de capa a capa, se isso não resulta em “adoração, fé, santidade e amor”. Tudo que sabemos não tem nenhum valor se não for colocado em prática, se não for vivenciado no dia a dia. E conforme o nosso conhecimento aumenta, triplica a nossa responsabilidade de pô-lo em prática.
Observo um erro que tem se tornado habitual: somos tentados a assistir milhares de pregações de Charles Spurgeon, Jonathan Edwards, e outros nomes influentes no cristianismo, e sem pensar duas vezes compramos 400 livros diferentes sobre teologia. Queremos indubitavelmente ler as Institutas de João Calvino e ter todas as Bíblias de estudo existentes no mercado. Porém, tudo isso feito de forma errada não tem valor. Queremos nos encher de conhecimento, e no final, só nos enchemos de orgulho (1 Co 8.1); isso porque temos adquirido conhecimento SEM o amor que edifica, e não temos aplicado o que sabemos em cada aspecto de nossas vidas. Temos a ambição de sermos sábios, para que possamos sair vencedores nos debates e discussões sobre a Palavra, e sequer nos importamos em cumpri-la. Importa VIVER a verdade, não só pregá-la. Importa crescer em conhecimento E AMOR, não só em conhecimento.
Enfim, todo esse tema abordado no livro de Stott é, sem dúvidas, MUITO necessário e relevante. Não só para os que nunca tiveram em contato com essas verdades, mas também para os que já sabem, pois é sempre edificante relembrarmos as velhas verdades bíblicas.
Recomendo este livro para todos que possuem dúvidas sobre o assunto “Fé VERSUS Razão”. É um livro pequeno e de fácil compreensão. Para quem se interessar, está disponível na loja da Editora Ultimato: http://www.ultimato.com.br/…/produtos/crer-e-tambem-pensar-1 por apenas R$ 23,50.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Risen - 'Ressurreto' - A possível continuação da Paixão de Cristo


"Risen" traz uma abordagem imaginativa para os relatos do Novo Testamento sobre a crucificação de Jesus de Nazaré, que a Bíblia descreve como tendo ressuscitado três dias depois de sua morte de cruz.



Com lançamento previsto para janeiro de 2016, o filme 'Risen' ('Ressurreto', em uma tradução mais literal) pretende continuar contando a história sobre o período de Jesus Cristo na terra após a ressurreição.

O filme está sendo associado por muitos espectadores e comentaristas de cinema ao sucesso de bilheteria "A Paixão de Cristo" (produzido por Mel Gibson) e lançado em 2004.

O filme de Mel Gibson ficou conhecido, não apenas por sua apresentação 'sangrenta' da crucificação de Jesus, mas também por ser apontado como uma produção que retrtatou os fatos com veracidade.

A questão é que 'Risen' chega às telonas em uma época em que os filmes que abordam temas bíblicos têm decepcionado o público cristão, como por exemplo, "Noé" e "Êxodo: Deuses e Reis".

"Risen" traz uma abordagem imaginativa para os relatos do Novo Testamento sobre a crucificação de Jesus de Nazaré, que a Bíblia descreve como tendo ressuscitado três dias depois de sua morte de cruz.

O novo filme é contado a partir da perspectiva de um alto oficial militar romano ficcional que 'supervisionou' a morte de Jesus na cruz.

O tribuno descrente, chamado Clavius, é comandado por Pôncio Pilatos "para encontrar o corpo, dissipar rumores de um Messias ressuscitado e evitar uma revolta em Jerusalém", de acordo com um comunicado dos produtores à imprensa.

Clavius ​​é acompanhado em sua missão por Lucius, outro personagem não citado na Bíblia.

A própria imprensa apresenta "Risen" como uma espécie de continuação de "A Paixão de Cristo", embora os promotores não se referem diretamente ao filme por seu nome.

Embora "Risen" faça uso da 'licença poética', os produtores do filme insistiram o longa manterá um "tratamento bíblico fiel da história".

Ainda não há confirmação de lançamento do filme no Brasil.

Trailer 

Estado Islâmico liberta 16 reféns cristãos assírios

 

Reféns estavam entre mais de 200 que haviam sido raptados de aldeias ao longo do rio Khabour (norte da Síria) em 23 de fevereiro do ano passado.
Estado Islâmico libertou mais 16 reféns cristãos assírios na Síria. Os ativistas que trabalham na região e também a Organização de Socorro à Igreja Assíria do Oriente (ACERO) confirmaram a informação.
Os reféns foram libertos depois de serem mantidos em cativeiro no nordeste da Síria desde fevereiro de 2015. Uma lista com os nomes e sobrenomes dos reféns - incluindo homens e mulheres libertos foi emitida - sugerindo que alguns desses reféns teriam relação familiar.
Os reféns estavam entre mais de 200 que haviam sido raptados de aldeias ao longo do rio Khabour (norte da Síria) em 23 de fevereiro do ano passado. Militantes do Estado Islâmico empreenderam incursões em várias aldeias assírias próximos a Tel Hmar, queimando igrejas e forçando centenas de famílias a fugir.
Além desses 16 reféns cristãos, o Estado Islâmico já libertou outro 144 prisioneiros, após diversos apelos da Missão 'Demanda por Ação' (ADFA), um grupo de campanha pelas as minorias no Oriente Médio, que disse anteriormente ao 'Christian Today' que a Igreja está trabalhando "dia e noite para garantir que todos voltarão para suas famílias com segurança".
"Obviamente estamos muito gratos que mais reféns tenham sido libertos", disse a porta-voz da ADFA Diana Yacqo. "Isso sem dúvida foi um dos períodos mais difíceis da história da Igreja e muito desafiador. Mas felizmente os líderes da igreja não desistiram e têm prosseguido nesta causa desde o início.
"No entanto, nos questionamos se algum dia haverá um ambiente seguro para o nosso povo que vive lá novamente. Nós sempre vivemos em harmonia, mas isso está provando que a situação se torna cada vez mais difícil à medida que o tempo passa. Nós não sabemos o que o futuro reserva para nós no Oriente Médio. Nossa história e nossas igrejas foram destruídas, o nosso povo está fugindo ou sendo seqüestrado. É literalmente um pesadelo essa situação e ainda assim ninguém quer ajudar".
Ela continuou: "A ONU tem negligenciado a situação, nossos apelos aos nossos respectivos governos passaram despercebidos. Nós apenas parecem ser as pessoas esquecidas daquelas terras".
ACERO disse anteriormente que "não cessará" até que todos os reféns sejam libertos.
Em outubro, o Estado Islâmico divulgou um vídeo mostrando a execução de três dos mais de 200 reféns e ameaçou matar aqueles que ainda estavam em cativeiro, se os milhões de dólares exigidos pelo resgate não fossem pagos.
Inicialmente, os militantes exigiram um resgate de cerca de 100 mil dólares por refém, totalizando US$23 milhões. Quando ficou claro que a comunidade assíria não podia pagar, o montante foi reduzido para entre US$12 a 14 milhões.
Desde os ataques, em fevereiro, o Estado Islâmico sitiou várias cidades assírias antigas, incluindo a cidade iraquiana de Nimrud, a aldeia de Khorsabad e Hatra - uma cidade de 2 mil anos de idade.
Um antigo ramo do cristianismo, a Igreja Assíria do Oriente tem raízes que remontam ao século 1 dC. Cristãos assírios ainda falam aramaico, a língua de Jesus, e têm origens na antiga Mesopotâmia - um território que se espalha por todo o norte do Iraque, no nordeste da Síria e sudeste da Turquia. 


terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Os Dez Mandamentos - O Filme



Pelo visto o sucesso da trama bíblica da Rede Record está longe de acabar. Após entrar para a história da televisão brasileira ao vencer a Rede Globo em diversas capitais, a Record transformou sua novela em um longa metragem, com algumas cenas inéditas segundo a emissora, e vem divulgando a estreia do filme - que acontece dia 28 de janeiro - em toda a sua programação.
Com alguns ingressos disponibilizados agora no começo do mês, a pré-venda do longa, causou enormes filas em todo o país. Muita gente que acompanhou a trama na tela da Record, está curioso para saber as cenas inéditas, e saber como o filme ficou nas telonas dos cinemas.
O fato é que o filme bíblico pode quebrar o maior recorde nacional - que é do filme Tropa de Elite, produzido pela Globo Filmes - e se tornar o número 1 em bilheteria no cinema brasileiro. Também impressiona a força da Record na divulgação do longa. Claro que o fato da novela ter sido um sucesso ajudou muito, mas a emissora paulista está se empenhando bastante na divulgação do filme em sua programação, em seus jornais, e até as estrelas da casa estão divulgando o filme.
Sem dúvidas o filme Os Dez Mandamentos vai ser um sucesso, nas redes sociais e nas ruas não se falam em outra coisa, todo mundo ansioso para assistir o filme. O Record acertou em cheio nesse nicho e tudo indica que grande parte das próximas produções da casa serão bíblicas. O fato é que com o filme, a Record estará divulgando a segunda temporada da novela, que dará continuidade á primeira temporada, para enfim, estreiar a tão aguardada Terra prometida, que contará com muitos globais no elenco.
Em tempo
A Record já começa a gravar a segunda temporada da novela que pode vir a ser esticada, antes mesmo de estreiar. Prevista par ter apenas 60 capítulos, alguns colunistas e sites de celebridades já dão como certo o esticamento da trama.
Temendo a concorrente, a Globo já começa a se movimentar e pode encerrar sua novela mais cedo para que a sucessora - Velho Chico - tenha mais tempo para fidelizar o telespectador.
Trailer

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Trailer - Deus não está Morto 2 - Em abril nos cinemas







O longa metragem Deus não está Morto 2estreia 7 de abril nos cinemas de todo Brasil, pela distribuidora 360 WayUp, ele é a continuação do filme Deus que alcançou 7 milhões de espectadores em todo Brasil. Leia a ficha técnica:

Sinopse: Brooke (Hayley Orrantia), uma jovem estudante do ensino médio, entra em conflito com uma professora (Melissa Joan Hart) que tem o hábito fazer citações bíblicas em suas aulas, debatendo sobre religião. O desentendimento ganha uma grande proporção e os pais da menina acabam decidindo processar a mestra e a instituição



quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

As bonecas realistas para pedófilos. Ou: Por que as crianças não são um pedaço de presunto

 
Fundador diz que o objetivo é ajudar pedófilos a descarregarem suas necessidades.
É o fim da picada! No mais amplo sentido que essa expressão pode conotar. Os tempos modernos criam constantemente a sensação de bizarrice, bazófia, parlapatice… O fim daquilo que se considera admissível, aceitável ou tolerável. É o que se aplica a empresa japonesa que resolveu fabricar bonecas hiper-realistas de meninas para “ajudar pedófilos a descarregarem suas necessidades”.
Isso mesmo! A empresa japonesa decidiu favorecer os pedófilos, fabricando réplicas comerciais do seu objeto de desejo: as crianças. Querem transformar o vilão em vitima e a vitima em mero objetivo. As crianças e um pedaço de presunto para esses indivíduos é a mesma coisa. É o que avalia a própria psicologia, que considera que o indivíduo pedófilo, devido a sua fixação em uma sexualidade pré-genital, fazem das vitimas objetos descartáveis, pois a criança um dia cresce e a fixação do pedófilo o obriga a buscar novas vítimas para saciar sua necessidade de poder e triunfo sobre a inocência infante.
Eis aí o argumento de que as bonecas seriam o objeto perfeito para o pedófilo usufruir sem culpa. Não! O pedófilo não sente culpa em molestar uma criança inocente. Como já disse, o indivíduo pedófilo vê na criança mero objeto de satisfação sexual, descartável à medida que a mesma cresce. Dar a eles uma boneca de feições infantis seria, meramente, uma forma de alimentar seu desejo insano.
Ora, caros leitores, o prazer do pedófilo está na dor da criança, no choro, no sofrimento proporcionado pelo seu domínio. Ainda assim, o seu objetivo é satisfazer apenas o seu desejo próprio, saciar sua insanidade. E a melhor forma de combater esse mal é através do controle deste desejo. Alimentá-lo serviria apenas como um impulso.
A companhia que fabrica as bonecas existe há 10 anos e possui clientes em diversos países do mundo. “Estou ajudando pessoas a expressarem os seus desejos, de forma legal e ética. Não vale a pena viver se você tem desejos reprimidos”, diz o dono.
O fundador da empresa Tottla, Shin Takagi, afirma sentir atração por crianças e por isso teria fundado a empresa. E justifica dizendo que as bonecas podem ser uma arma contra a pedofilia. Os especialistas discordam e afirmam que alimentar esse desejo não é saudável e não pode ser tomado como uma forma de deter esse transtorno, mas que é preciso que o indivíduo pedófilo procure por tratamento.
Por:Michael Caceres

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

5 formas de arruinar um namoro saudável

De repente, namorar ficou muito difícil. Deve ter havido um tempo em que era fácil – as pessoas sabiam o que se esperava delas e como deveriam se comportar (mesmo que, com muita frequência, elas iam lá e não se comportavam). Mas hoje eu converso com uma fila sem fim de jovens que estão presos entre o namoro, a corte e alguma mistura esquisita das duas coisas. Namorar se tornou a coisa mais difícil do mundo, provavelmente porque existem um milhão de livros e blogs dizendo como fazer. Não se pode mais apenas namorar – tem que namorar do jeito desse ou daquele livro. E, em algum ponto do caminho, o namoro acaba sendo arruinado.
Aqui estão algumas maneiras pelas quais eu já vi pessoas arruinarem o que poderia ter sido algo muito bonito.
Eles começam a fazer sexo. A primeira e principal forma de arruinar um namoro perfeitamente saudável é adicionar sexo à receita. Sexo é para o casamento – vocês sabem disso. Deus criou o sexo para o casamento, não para o namoro. Deus criou o sexo para selar e celebrar a união do casamento, não para experimentar antes dele para saber se é bom ou não. O namoro simplesmente não tem a seriedade, o nível de comprometimento ou a sanção divina para suportar o sexo. Assim, não arruíne seu relacionamento adicionando a menor porção que seja de sexualidade. Haverá bastante tempo para bastante disso mais tarde. Você não vai se arrepender por ter esperado.
Eles deixam de se divertir. Namoro não é hora de sexo, mas é hora de se divertir. É hora de simplesmente aproveitar o tempo gasto junto com a outra pessoa, para aprender quem a outra pessoa é, para aprender o que mexe com a outra pessoa. Isso pode até ser feito de forma deliberada: sentem juntos e façam perguntas um ao outro, leiam livros sobre casamento juntos. Mas talvez a melhor abordagem seja no contexto do serviço (encontrem algo para servirem juntos na igreja!), da diversão (encontrem algo que os dois gostem e façam juntos!) e da informalidade (vocês não precisam planejar absolutamente tudo!). Uma vez que você tirou o sexo dos planos, você é livre para se divertir com a outra pessoa. No contexto da diversão, você vai aprender sobre quem ele ou ela é, o que ele ou ela valoriza e se vocês são compatíveis ou não. Não deixem de se divertir!
Eles sucumbem à introspecção mórbida. Obviamente, o namoro é um período propício a introspecção. É um tempo bom para olhar para dentro e se perguntar se você está pronto para ser um marido ou uma esposa, e pronto para se comprometer completamente com a outra pessoa. Isso é bom. Mas o que eu vejo frequentemente é um nível paralisante de introspecção que leva as pessoas ao desespero. A realidade é que nenhum de nós é completamente qualificado para ser um marido ou uma esposa. Você nunca será digno da honra de ter outra pessoa comprometendo sua vida a você. Nenhum de nós é a melhor escolha dentre as 7 bilhões possíveis no planeta. A maravilha do casamento é que um homem pecador e quebrado pode se casar com uma mulher pecadora e quebrada e, de alguma forma, construírem juntos um relacionamento belo e duradouro que reflete o brilho da glória de Deus e de seu evangelho. Se você esperar até ser digno do casamento, você nunca vai se casar. Se você esperar até estar perfeitamente aceitável, vai esperar para sempre. Você não pode esperar até estar completamente maduro para se casar; às vezes, você precisa se casar para continuar amadurecendo.
Eles mantém expectativas irreais. Se as pessoas são levadas à paralisia quando olham para dentro, elas podem igualmente serem levadas à paralisia quando olham para o cônjuge em potencial. Eu já vi muitas pessoas que tem expectativa irreais a respeito da pessoa com quem gostariam de se casar. Sabe qual é a verdade? Ela não é perfeita. Ela não é a melhor, mais piedosa ou mais bonita pessoa do planeta. Mas quem você pensa que é para pensar que merece tudo isso, o que é isso que você precisa? Quem você pensa que é para pensar “eu mereço mais do que isso?”. E aquele rapaz não é completamente gentil, doce e carinhoso o tempo todo. Mas, novamente, quem é você para merecer o homem perfeito? Todos nós nos casamos sendo pecadores. Todos nós casamos coam pecadores. Embora você deva esperar muito do seu futuro cônjuge, é injusto esperar perfeição.
Eles vivem com medo. Se olharmos em busca de algo em comum nas outras formas de arruinar um namoro perfeitamente saudável, penso que encontraremos o medo. Muitas pessoas vivem com medo. Elas tomam as grandes decisões da vida por medo. Mas o namoro é uma época muito boa para se lembrar que servimos a um Deus que é soberano e comprometido com o nosso bem. As instruções dEle a respeito do casamento são básicas: case com um cristão, viva e morra pelo outro e permaneça assim até o fim da vida. Ele não apresenta longas listas de critérios, como você encontra em todos aqueles livros. Ele não descreve uma técnica ou uma metodologia. Ele apenas nos fala sobre o bem e a glória do casamento e espera que aqueles que desejam se casar busquem isso. E assim, de uma forma ou de outra, em meio a alegrias e dificuldades, ele derrama suas bênçãos.
Por:Tim Challies Traduzido por Filipe Schulz | Reforma21.org | Original aqui

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Recomendação Livro "Como fazer uma venda" - "Cómo Cerrar Ventas"




Christopher Filisola ensina neste maravilho livro omo ser um expert em vendas.

«O que você acredita é o que faz sentir.
E, com base neste sentido,
é como se comportará.».
Christopher Filisola

Com seu método de vendas  - Crenças, Emoções e Comportamento. Você aprenderá a ser um vendedor profissional e um diferencial no mercado de trabalho.

Entre as dicas posso destacar dois capítulos em especial O Poder de um sorriso e Primeira Impressão.

O Poder do Sorriso

Neste capítulo o autor demonstrar que a comunicação tem que vir acompanhada de uma boa expressão facial. Com um sorriso sincero renderá boas vendas e uma empatia com os cliente.

Primeira Impressão
Como diz o ditado "a primeira impressão é a que ficar" neste capítulo o autor recomendar a forma de abordar os cliente e como deve ser apresentar um vendedor sendo cordial e atencioso.

Se quiser adquirir esse livro ou o E-book em PDF acesse o link abaixo no momento se encontrar em espanhol mas valerá a pena conhecer essas dicas e técnicas.