segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Combinado Arte com Adoração



Uma boa refeição é como uma boa sinfonia. É ao mesmo tempo em profunda e complexa, mas também simples e evocativa.

Sebastian Jules especialista em culinária, dança e música lança seu projeto de lança um livro que combina um livro de receitas com toques religiosos.

O que te inspirar a criar esse livro com esse assunto?
R: Eu me esforço para tornar cada refeição única e por isso me especializei em desenho culinário e viagens por mais 20 países adquirindo um profundo conhecimento de ingredientes, especiarias e técnicas de todo o mundo. Um livro com toque religiosos sobre as refeições trazendo a mesa essa ingrediente especial. 

Além que parte da venda desse livro irá  Child Labor Coalition uma organização que ajuda a para a exploração de crianças ao redor do mundo

Tem alguma ideia do nome desse livro?
R:Coisas que vêm à mente com Sebtastic (Seb + Fantástico) ou Sebtuous (Seb + sumptuoso). Este livro será um livro de receitas com um toque religioso, então eu ainda estou aberto a sugestões para ouvir nomes para o meu livro.

Quais tem sido as suas experiencias?
R: Eu tenho trabalhado como um chef freelance em hotéis e espaços para eventos, bem como no estrangeiro em vários iates que servem as necessidades de um sofisticado e exigente clientela.

Para mais informações e ajudar nesse projeto acesse:
http://igg.me/at/MyStorySebastianJules




segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

"Hipergraça" - O perigo de uma visão de que Deus não pune.


Segundo o site da revista pentecostal Charisma, um movimento novo tem preocupado pastores e líderes americanos, pois está se espalhando rapidamente por outros países. Chamado de “Hipergraça”, seus ensinamentos se baseiam em uma visão de que Deus não pune ninguém. Provavelmente influenciados pela exigência quase onipresente para que as pessoas sejam “politicamente corretas”, muitos de seus ensinamentos confrontam diretamente a Bíblia.

Os Estados Unidos são responsáveis pela produção da maior parte da teologia consumida e ensinada no mundo todo. Desde os movimentos missionários dos séculos 19 e 20, que levaram o evangelho por todo o mundo, até as mais novas heresias e modismos do mundo gospel.

Para os críticos, o movimento é uma “evolução” de uma igreja que nas últimas décadas tem presenciado um declínio na doutrina e pregação bíblica. Paulatinamente, a teologia da lugar à terapia motivacional nos púlpitos. De outro lado, a busca pela prosperidade minou alguns dos fundamentos onde o cristianismo se sustentou por séculos.
Com isso, muitas igrejas e pregadores se recusam a combater o pecado. Raramente se menciona a necessidade de arrependimento ou nem se fala sobre temas como inferno e julgamento. Muitas dessas igrejas permitem que seus líderes vivam sem se preocupar em prestar contas, mesmo que claramente estejam distantes do que se esperaria deles.
O movimento da Hipergraça seria uma versão atualizada da antiga heresia conhecida como antinomianismo (em grego, anti significa “contra” e nomos , “lei”). Trata-se da crença que a lei moral do Antigo Testamento foi totalmente abolida. Como vivemos depois da vinda de Cristo, podemos viver do jeito que queremos, pois já não estamos debaixo da Lei, mas debaixo da graça. Assim, resta ler o Antigo Testamento apenas metáforas, tipos e símbolos sobre a vinda de Cristo. O Novo Testamento acaba com a Lei do Antigo Testamento, por isso tudo é graça!
Ideias como palavras proféticas, busca pelo Espírito Santo, batalha espiritual, ou ouvir a voz de Deus são propositalmente ignoradas e muitas vezes ridicularizadas. Para os teólogos e pastores que estão alertando sobre esse movimento, ele pode colocar em risco o futuro do cristianismo e enganar milhares de pessoas.
Obviamente os líderes que integram esse movimento não admitirão que pertencem a ele. Afinal, não se trata de um movimento organizado, mas sua existência e influência tem crescido através de literatura cristã que enfatiza o sucesso pessoal e eclesiástico. Possivelmente não usam o termo e dirão que chegaram a essas conclusões sozinhos.
Com certeza a Bíblia fala sobre graça, mas aparentemente essas pessoas não leram ou convenientemente esqueceram de textos como Romanos 6: 1-2 “Que diremos então? Continuaremos pecando para que a graça aumente? De maneira nenhuma! Nós, os que morremos para o pecado, como podemos continuar vivendo nele?”
Contudo, o teólogo Joseph Mattera listou os 8 sinais mais claros de que uma igreja está seguindo a Hipergraça:
1. Os pregadores nunca falam contra o pecado
Se você estiver em uma igreja como esta, irá notar que a palavra “pecado” normalmente só é mencionada no contexto do perdão dos pecados em Cristo. Por vezes, recrimina-se as pessoas que ousam insistir no assunto, classificando-as de “legalistas” e “fariseus”.
2. O pastor nunca toma uma posição firme sobre a santidade
Na tentativa de atrair mais pessoas, tudo é feito para tornar os cultos mais agradáveis, em especial o sermão. Os ministros não tomam posição pública, nem ensinam os membros, sobre questões que estão na ordem do dia como aborto, homossexualidade, legalização das drogas, ou qualquer coisa que possa confrontar o público presente. Ignora-se qualquer tentativa de se estabelecer ou cobrar dos membros os parâmetros para uma vida de santidade.
3. O Antigo Testamento é quase totalmente ignorado
Nessas igrejas, o Antigo Testamento é tratado como um registro que não tem valor real com nosso estilo de vida moderno. Convenientemente, não se menciona os Dez Mandamentos nem as porções bíblicas onde Deus é mostrado como juiz.
4. Os líderes são autorizados a ensinar e pregar mesmo vivendo abertamente em pecado
Se não há mais condenação, pecados como imoralidade sexual, ganância e embriaguez são tolerados. Seja para membros comuns ou pessoas em posição de liderança, isso não é “importante”, pois não refletiria o amor ao próximo e respeito pelas suas escolhas.
5. As mensagens muitas vezes se voltam contra a “igreja institucional”
Os pastores que adotaram a hipergraça constantemente se voltam contra as igrejas mais “conservadoras”, pois acreditam que sua mensagem não é mais relevante para a cultura de hoje. Além disso, esses “fundamentalistas” apenas colaboram para que as pessoas em geral tenham uma má impressão dos evangélicos.
6. Os pastores pregam contra o dízimo
A hipergraça não estimulas as pessoas a lerem a Bíblia e chegarem às suas próprias conclusões, mas se preocupa em dizer no que elas não podem acreditar. Embora falem sobre ofertas e anunciem as necessidades financeiras da igreja, os pastores defendem que o dízimo é mais uma lei que foi abolida em Cristo. Portanto, cada membro pode decidir se deseja ou não se envolver financeiramente.
7. Os pastores pregam apenas mensagens motivacionais positivas
Dos púlpitos dessas igrejas ecoam apenas mensagens positivas sobre saúde, riqueza, prosperidade, o amor de Deus, o perdão de Deus e como se obter sucesso na vida. Não há preocupação nem interesse de se anunciar “todo o conselho de Deus”, nem estimular trabalhos evangelísticos ou missionários que exijam arrependimento e mudança de vida. Não se menciona a existência do diabo ou de seus anjos. Deus ama a todos e cuida para que nenhum mal chegue perto deles.
8. Os membros da igreja não precisam temer nenhum tipo de reprimenda da liderança
Os participantes de uma igreja da hipergraça serão convencidos que, por causa da forte ênfase na graça, tudo é permitido. Ou seja, nenhuma mudança real se espera deles, apenas que frequentem os cultos e sejam “pessoas melhores e mais felizes”.


terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Recomendo - A Verdade, como comunicar o evangelho a um mundo pós-moderno - D.A Carson


Como transmitir a verdade a um mundo que nem sabe ao certo o que ela é — ou mesmo se ela existe? Como recomendar absolutos espirituais a pessoas para as quais eles inexistem?
 Se essas perguntas já o intrigaram ou se você já lutou com elas, o livro que tem em mãos é leitura obrigatória.
 A Verdade explora o conhecimento que Ravi Zacharias, Kelly Monroe, D. A. Carson, Ajith Fernando, Mark Dever e outros estudiosos notáveis adquiriram nas trincheiras do fazer evangelístico e apologético. O livro abrirá seus olhos para ver como a luta pelas almas, à semelhança de uma verdadeira guerrilha, é travada em um grande número de frentes: nos relacionamentos, nas universidades, no âmbito das etnias, no campo da razão e das emoções, no púlpito, nas comunicações... em suma: no amplo espectro da experiência e dos valores humanos.

Como diz o Prefacio
Este livro é um dos resultados de uma conferência realizada na Trinity Evangelical Divinity School entre 13 e 15 de maio de 1998. Cerca de novecentas pessoas estiveram presentes, sendo quase a metade desse número de pastores e obreiro Ls de igrejas e a outra metade de pessoas que trabalham em universidades
Extras

Epidemia de zika seria cumprimento de profecia


Para muitos ele é um dos grandes profetas vivos de Deus, para outros não inspira confiança pois tem ensinamentos polêmicos. O Doutor David Owuor, natural do Quênia, na África, é bastante conhecido por seus vídeos onde fala das revelações que teve sobre a iminente volta de Jesus.
Ele esteve no Brasil em março de 2014 e anunciou que uma “praga” viria sobre o país. Afirma que Deus lhe mostrou milhões de insetos invadindo as casas e picando os brasileiros. Na ocasião, chamou a igreja e o país a um arrependimento. Afirmou que isso seria um juízo de Deus pelos pecados da nação, citando o samba, a imoralidade, o homossexualismo e a pornografia.
Alertou que o Brasil era o país “número 1 em pecado”, e criticou o fato de a igreja brasileira falar muito em dinheiro (evangelho da prosperidade) e pouco sobre o pecado, pregando um evangelho “sem poder”.
Quem acompanha a trajetória de David Owuor sabe que ele era um cientista famoso, que largou uma carreira bem-sucedida para pregar a Palavra de Deus. Ele tem cerca de 70 profecias cumpridas em várias partes do mundo. Entre elas estão o furacão Katrina, o terremoto do Haiti, o terremoto e tsunami do Japão, e recentemente os terremotos do Nepal e do Chile. Todas essas profecias encontram-se gravadas e documentadas no Youtube, muitos deles disponíveis apenas em inglês.
Em 2015 ele esteve no Brasil novamente, mas não falou sobre a visão dos insetos. Para muitas pessoas, a epidemia das doenças transmitidas por mosquitos que o Brasil testemunha nos últimos meses seria o cumprimento de suas palavras dois anos atrás.
Além da dengue, e da febre chikungunya, que estão fora de controle, o vírus zika atemoriza os brasileiros. Para o governo, só foram confirmados 462 casos de microcefalia ou outras alterações do sistema nervoso central, embora apenas 41 associados à zika. Mais 3.852 outros registros são investigados.
Em outros países da América do Sul, como Colômbia e Peru, onde há registros de zika, não há uma correlação direta com a microcefalia.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

O que diz a Bíblia a respeito do jogo? Jogar é pecado?



Jogar pode ser definido como “arriscar dinheiro na tentativa de multiplicá-lo em algo que é contra as probabilidades”. A Bíblia não condena o jogo especificamente, ou apostar, ou a loteria. A Bíblia, entretanto, nos alerta para que fiquemos longe do amor ao dinheiro (I Timóteo 6:10; Hebreus 13:5). As Escrituras também nos encorajam a que fiquemos longe das tentativas de “enriquecimento fácil” (Provérbios 13:11; 23:5; Eclesiastes 5:10). Certamente o jogo gira em torno do amor ao dinheiro e inegavelmente tenta as pessoas com a promessa de riqueza fácil e rápida.

Qual o problema em jogar? O jogo é um assunto difícil, pois mesmo jogando com moderação e somente de vez em quando, é um desperdício de dinheiro, mas não necessariamente algo ligado ao “mal”. As pessoas desperdiçam dinheiro em todo o tipo de atividades. Jogar é desperdiçar dinheiro tanto quanto ver um filme (em muitos casos), gastar em uma refeição desnecessariamente cara ou comprar algo de que não precisamos. Ao mesmo tempo, o fato de se desperdiçar dinheiro em outras coisas não justifica que joguemos. Não deveríamos desperdiçar dinheiro. Devemos poupar o dinheiro que sobrar para necessidades futuras, ou ofertá-lo para a obra do Senhor, e não gastá-lo em jogo.

O jogo na Bíblia: Apesar da Bíblia não mencionar o jogo (apostas) de maneira explícita, a Bíblia menciona jogos de “azar”. Como exemplo, em Levítico, Arão lançou sortes sobre dois bodes: uma pelo Senhor e outra por Azazel. Josué lançou sorte para determinar a porção de terra para várias tribos. Neemias lançou sorte para determinar quem viveria ou não dentro das muralhas de Jerusalém. Os apóstolos lançaram sorte para determinar o substituto de Judas. Provérbios 16:33 diz: “A sorte se lança no regaço, mas do Senhor procede toda a determinação.” Em nenhum lugar da Bíblia, jogar ou o “jogo de azar” é usado para diversão ou apresentado como prática aceitável para os seguidores de Deus.

Cassinos e loterias: Os cassinos usam todo o tipo de estratégia de marketing para atrair o jogador, para que arrisque todo o dinheiro que puder. Freqüentemente oferecem bebidas a preços baixos ou mesmo de graça, levando os freqüentadores à embriaguez, para que diminuam sua capacidade de tomar decisões sensatas. Tudo em um cassino é perfeitamente engendrado para tomar o dinheiro em grandes quantidades sem nada oferecer em troca, exceto prazer vazio e fugaz. As loterias tentam passar a imagem de que ajudam a sustentar a educação e programas sociais. Entretanto, estudos mostram que os que jogam na loteria geralmente são aqueles que menos têm dinheiro para gastar nos bilhetes. O apelo do “enriquecimento rápido” é uma tentação forte demais, e aqueles que estão desesperados acabam não resistindo. As chances de levar o prêmio são infinitesimais, o que resulta em ruína para muitas vidas.

Por que o dinheiro ganho na loteria não agrada a Deus? Muitos afirmam estar jogando na loteria ou fazendo apostas para que possam ofertar o dinheiro à igreja, ou outra boa causa qualquer. Talvez seja um bom motivo, mas na verdade, poucos usam o dinheiro vindo do jogo para propósitos divinos. Estudos mostram que, alguns anos depois de tirar a “sorte grande”, a vasta maioria dos ganhadores da loteria acaba em uma situação financeira ainda pior do que antes. Poucos são os que na verdade dão o dinheiro para uma boa causa, se é que alguém realmente o faz. Além disso, Deus não precisa de nosso dinheiro para subsidiar Sua missão na terra. Provérbios 13:11 diz: “A riqueza de procedência vã diminuirá, mas quem a ajunta com o próprio trabalho a aumentará.” Deus é soberano e proverá pelas necessidades da igreja por caminhos honestos. Deus seria honrado se recebesse doações de dinheiro proveniente de drogas, ou dinheiro de assaltos? Deus não precisa e nem quer dinheiro “roubado” dos pobres devido à tentação pelas riquezas.

I Timóteo 6:10 nos diz: “Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.” Hebreus 13:5 declara: “Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes; porque ele (Deus) disse: Não te deixarei, nem te desampararei.” Mateus 6:24 proclama: “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar a um e amar o outro, ou há de dedicar-se a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.”

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

18º ENCONTRO PARA A CONSCIÊNCIA CRISTÃ - Veja Programação


A 18ª Consciência Cristã acontecerá de 04 a 09 de fevereiro de 2016 no Complexo do Parque do Povo, em Campina Grande, Paraíba. Vários preletores já foram confirmados para o evento, como Augustus Nicodemus, Russell Shedd, Hernandes Dias Lopes, Heber Campos Jr., Ciro Sanches Zibordi, Sillas Campos, Ricardo Bitun, Geremias Couto, Jonas Madureira, Solano Portela e Conrad Mbewe, sendo este último, pastor da Igreja Batista Kabwata em Lusaka, capital de Zâmbia no centro-sul da África, presente pela primeira vez.
Além desses preletores, o grupo musical Vencedores por Cristo também estará no encontro de 2016. Conhecidos por cânticos como “Sinceramente”, “O Meu Louvor” e “Rei das Nações”, o Vencedores por Cristo é um grupo pioneiro no cenário musical evangélico brasileiro, e já tem mais de 40 anos de ministério.
No encontro, haverá plenárias durante os períodos matutino e noturno, e também nos eventos paralelos da tarde, haverá palestras apologéticas voltadas para os diversos temas na sociedade e na Igreja.